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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

31
Dez13

Antes de acabar o ano...

David Crisóstomo

Após o desafio do Sérgio Lavos e com a ajuda duma sondagem caseira, aqui está a minha lista de palavras e expressões cujo significado foi adulterado em 2013 neste nosso portugal:

 

Irrevogável
Acto de dissimulação
Vergar
120 mil
Estabilidade
Consenso
Reforma do Estado
Juro cumprir a Constituição
Cisma
Linha vermelha
Extremista
Apelo à violência
Radical
Protectorado

Novo ciclo
Sentido de Estado
Rigor
Consolidação orçamental
Social-democrata
Regresso aos mercados
Cautelar
Ética na austeridade
Guião
Problema de comunicação
Bibliografia
1640
Desculpas diplomáticas
Sustentável
Incorrecção factual
Exigência
Forjado
Credibilidade
Salvação nacional
Carrascos
Escavar
Razões técnicas
Coerência
Esquerdas
Palhaço
Fronteira
Solidariedade
Soberania
Independente
Selecção natural
Coiso
Sociedade civil

Oposição
Podridão
Briefing

Deslealdade
Masoquismo

 

Venham as novas palavras de 2014!

 

30
Dez13

2013 resumido

Cláudio Carvalho

 

 

 

Referências:
«Passos Coelho: “A estabilidade é um bem precioso”».Correio da Manhã. 2013. Acedido a 30 de dezembro de 2013, em http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/passos-coelho-a-estabilidade-e-um-bem-precioso.

"Remodelação. Secretários de Estado já mudaram 33 vezes". Jornal i. 2013. Acedido a 30 de dezembro de 2013, em http://ionline.pt/artigos/portugal/remodelacao-secretarios-estado-ja-mudaram-33-vezes.

07
Nov13

É a ideologia, estúpido

mariana pessoa

"Corte de 5% no subsídio de doença só rende 80 euros até setembro"

O corte de 5% no subsídio por doença só rendeu 80 euros até ao final de setembro, e o de 6% no subsídio de desemprego 16,8 mil euros, muito aquém dos 50 milhões de euros esperados. De acordo com uma análise à execução orçamental até setembro, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental lembra que devido às mudanças exigidas pelo Tribunal Constitucional as medidas só entraram em vigor a 24 de julho.
No entanto, segundo a UTAO, a previsão de receita com o que o Governo chamou de «contribuição extraordinária» sobre os desempregados e as pessoas em situação de doença que foi reduzida dos iniciais 150 milhões de euros inicialmente para um terço deste valor, 50 milhões de euros - no segundo retificativo do ano, apresentado há cerca de três semanas - está muito longe de ser cumprido.
As contas até setembro, a três meses do fim do ano, dão uma receita residual face ao que é esperado. No caso do corte no subsídio por doença, apenas reverteram para os cofres do Estado 80 euros. No caso do subsídio de desemprego foram 16.793 euros. No total, o Estado conseguiu apenas 16.873 euros até setembro, ficando assim com apenas 0,03% da receita estimada no Orçamento do Estado para 2013, revisto pelo segundo retificativo do ano. O Governo aplicou a medida desde o início do ano, mas o chumbo do Tribunal Constitucional obrigou à remodelação da norma para proteger os rendimentos mais baixos e a devolver parte dos cortes que tinha aplicado, equivalente a cerca de 50 milhões de euros."

 

Com o Orçamento de Estado para 2013, atirou-se aos desempregados e aos doentes, esses bandalhos inúteis, carrapatos da despesa do Estado. A decisão de retirar rendimentos a doentes e desempregados não foi, nem é, orçamental. É a ideologia, estúpido.

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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