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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

11
Nov14

Coragem e convicção

Diogo Moreira
António Costa, ao defender no actual contexto duas novas taxas de imposto, demonstra ter convicções, e a coragem para as defender, contra a opinião dominante, algo que deve ser elogiado num candidato a Primeiro-Ministro. Ajuda certamente, que a oposição mais sonante seja feita por um ministro em funções, que efectuou uma interpretação realista (ou real) de um bêbado e/ou drogado, perante a passividade de um parlamento, que também fez a interpretação de uma manada de gado.

12 comentários

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    Count 12.11.2014

    Não seja ridículo "De Knome ". Primeiro parte do princípio errado que este governo tirou o país da bancarrota, já que é mentira, pois estamos bem pior do que em 2011 a nível de dívida. Depois é a função e em quem incide o imposto. Já agora, o Costa continua a manter o IMI, IRS e derrama (esta em condições especiais para PMEs ) em mínimos. Portanto não diga asneiras.
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    Knome 12.11.2014

    Um ri e o outro arranja umas certezas para chegar a uma conclusão de algum mainstream idiológico. Um país que pediu 70 M€ emprestado e gera dívida todos os anos, queria o quê? Que a diminuisse? Santa ignorância. Estaremos cá na próxima década, assim espero, mas, infelizmente, para falar da 4ª bancarrota deste país q não se governa nem se deixa governar. Nem com exemplos contemporâneos (caso da Venezuela) que com a conversa socialista vai levar o país à bancarrota, mesmo a viver em cima de poços de petróleo. Ah! Já me esquecia, a culpa é dos terríveis imperialistas. Quanto à governação do Costa, não sou municipe de Lisboa, mas entre 2012 e 2013 a dívida aumentou 80 milhões de euros, o resto é retórica e conversa da treta.
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    Knome 12.11.2014

    70.000 M€ e nãp 70 M€, como é óbvio.
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    jpferra 13.11.2014

    knome o que tu dizes que aumentou os impostos para nos tirar da bancarrota, foi o mesmo que com a desculpa de não se aumentar mais impostos, não aprovou uma solução para provocar eleições, agarrar-se ao pote e encoberto da ajuda externa aplicar todo um programa ideológico, que de outra maneira nunca conseguiria.
    Já agora, para um minuto e pensa um bocado, se não quiseres pensar ou não conseguires, responde, quem criou o buraco BPN e da madeira, quem é suspeito dos negócios dos submarinos?
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    Knome 14.11.2014

    Agora é a minha vez de rir. Chegamos àquela parte, como diria o outro, da "narrativa" do pec4. A narrativa das próximas eleições. Tenha dó e decoro. O País gastava mais do que produzia, mal, diga-se de passagem, e continua a gastar mais do que produz, se isto não é argumento suficiente para cortar na despesa do estado não sei que argumentos são necessários. Já para não falar que foi o inanarrável que negociou o pacote de ajuda. Mas já há narrativas de vitimização a ser construidas com resultados bastantes bons. Não julgue por si se os outros pensam ou não, apresente argumentos contra os factos, é suficiente. Em relação ao BPN, tirando o caso de polícia, inerente à fraude/roubo, há os inanarráveis, o da governação e o da supervisão, este último despachado para Bruxelas para estar longe da justiça, que não tiveram a melhor atitude na resolução do caso. Quanto aos submarinos, o Guterres do pantano, queria comprar 6 e houve vários governos pelo meio, mas a justiça não tem funcionado, de facto e não me parece que seja só pelo Portas, há mais muito mais, de certeza. E casos, neste País de corruptos, há aos montes, lembra-se do fax de Macau, parece que não aconteceu nada, parece que o inimputável Mário Soares estava envolvido. Eu não quero saber a que partidos pertencem, quero é que os corruptos sejam julgados, ponto. E, mais importante do que tudo, quero que este País siga as melhores práticas da governação e não é no socialismo que as vejo, só isso.
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    jpferra 14.11.2014

    não te rias muito, que aqui ao lado os nossos vizinhos espanhóis tiveram uma solução para os seus problemas parecido com o nosso e os resultados estão à vista. Depois dizes que queres que o país siga a melhor prática de governação e deixas o PSD e CDS de fora da tua critica, tudo o resto que escreves perde credibilidade.
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    Knome 14.11.2014

    Cá está o problema, critica a solução e não quer ver o que criou problema, pois o que defende como solução é o que está na origem do problema. Não é, e jamais será, a despesa pública e a criação de défice pelo estado a solução que preconiza para os problemas, apenas adiará o problema e, quanto mais o adiar, pior será a solução. Se calhar até pode ser esse o objectivo, empurrar com a barriga e quem vier atrás que feche a porta. Quanto ao CDS e PSD, são mais 2 partidos socialistas, mais softs, mas são socialistas e esse é o problema deste País, é tudo socialista. É Estado por todo o lado. É o que eu lhe digo, é só seguir o desenrolar da revolução socialista Bolivariana, está lá tudo. Estado, estado e mais estado. Pelo menos irão conseguir um dos seus objectivos, a igualdade entra as classes (menos as elites do poder governativo), serão todos iguais na pobreza. E nós lá chegaremos, se calhar mais rápido do que eles, uma vez que não temos petróleo. Cheios de escudos, muitos escudos, que não comprarão nada de jeito.
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    Malic 16.11.2014

    Sempre a mesma conversa, o estado é que é a fonte de todos os males...Pois pode-se ter a opinião exactamente contrária ( o capitalismo e a iniciativa privada são a raiz de todos os males) e encontrar mil e um exemplos que apoiem isso mesmo.

    Quando vamos perceber que o capitalismo só funciona como deve ser com a intervenção do estado ( na regulação, na monitorização, e muitas vezes sim no injectar de dinheiro publico para servir uma estratégia de longo prazo para o país) mas que não é preciso abusar do estado e deixar espaço à iniciativa privada?

    É o equilibrio de forças entre o estado e o privado, mais uma sociedade educada, civica e com acesso a instituições base (educação,justiça e saúde gratuitas), virada para o bem comum e não para os egoismos , que tem feito as histórias de maior sucesso em termos de bem estar e felicidade das populações.
    Veja os estado nórdicos, que ainda continuam a ser o exemplo de topo. O estado é bastante interventivo nesses paises. Estão miseráveis?
    Não diga disparates e não reduza as coisas a uma visão simplista. Cada caso é um caso. E no caso de Portugal, um país onde nunca nunca nunca a elite da iniciativa privada soube sequer poupar para investir, será muito dificil ultrapassar os nossos problemas contando apenas com essa iniciativa privada. Não vale a pena insistir nessa ridicularia : não é só o estado que está sem dinheiro. A divida privada é o dobro do estado. Perceba que os seus olhos podem só vêr a preto e branco, mas o mundo real está muito longe disso. Nos próximos anos o estado vai ter de intervir ainda mais do que já intervia. Porque é precisamente a nossa iniciativa privada que não presta e não assume o seu papel de motor económico.

    Pense um pouco nos estados que hoje são portentos económicos, como a china. Foi a iniciativa privada que a impulsionou?E a Alemanha? Não foi o estado alemão que investiu ( e continua a investir) nas industrias de futuro que fizeram o presente alemão? Pense pela sua cabeça e deixe lá os titulos do correio da manhã que só dizem disparates.

    Está na altura de admitir que de facto não foi Socrates que provocou o problema mas toda uma série de condicionantes que empurraram o país para esta situação desde a entrada no euro. E não foi nada que não tivesse sido previsto. O estado falhou, sim senhor, mas falhou também a iniciativa privada que deveria ter aproveitado ao máximo os fundos distribuidos e os gastou em consumo e investimento não produtivo.

    Há culpas de ambas as partes, e não somente de um bode expiatório que explica todos os males do mundo a quem não quer ter o trabalho de pensar. Ou a quem foi objectivamente prejudicado por aquele que não podemos dizer o nome. Estava a comer à grande antes e depois veio o chifrudo filosofo e acabou-se a mama. Só consigo ver esta explicação lógica para tanto ódio desinformado e tanto olho tapado...
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    Knome 17.11.2014

    Como texto é longo, o melhor é ir respondendo ao parágrafo, portanto aqui vai.
    1º Nunca disse o que afirmou, mas desde já lhe digo, quando o estado intervem na economia, por norma, faz porcaria.
    2º Em tese até concordo, o problema é que não sabe onde nem quando parar de injectar dinheiro, fazendo, normalmente porcaria e com resultados castastróficos.
    3º Em primeiro lugar, nada é grátis, nem a saúde, alguém tem que a pagar.
    Quantos aos Nórdicos, o estado é internventivo q.b., mas são sustentáveis financeiramente, as empresas funcionam, há a flexissegurança (- já ouviu falar, mas não interessa), parece até que ouve uns países que tiverem que fazer reformas na segurança social e coisas dessas, para que o estado não fosse à falência. Não podemos falar só de metade, temos que olhar para o todo.
    Continuando no mesmo parágrafo e quanto aos disparates, basta olhar para a conclusão, o estado a intervir e cada vez mais, chegaremos, rapidamente a um estado distribuidor de senhas (vide Venezuela).
    4º Um País 2 sistemas diz-lhe alguma coisa? Sendo que uma parte do sistema é a privação da liberdade, é isso que preconiza? Quanto à Alemanha, fizeram a sua austeridade na década de 90. Mas foi feita pelos outros, não nos custou nada.
    Quanto à referência ao correio da manhã, confesso que não atingi e também não percebo a insistência na desvalorização de opiniões contrárias à sua.
    5º Quanto ao Sócrates, tenha dó. O pior cego é aquele que não quer ver. Quanto ao Euro, o que nos trouxe foi a obrigação de ter contas certas, coisa que, como País, não conseguimos, por isso já há quem peça o escudo, que nos permitirá voltar à bandalheira com a criação de moeda e empobrecimento de facto.
    Dou-lhe alguma razão neste parágrafo, mas só para dizer que o estado o que fez de mal foi fiscalizar, até porque dos mesmos programas saiu uma industria vinícola forte e de qualidade, basta ver os prémios conseguidos. É tudo iniciativa privada.
    6º e último, pelo menos admite que há culpas de parte a parte a parte e para quem defende com unhas e dentes um político como o inenarrável Sócrates é um começo. E, objectivamente, prejudicados foram todos os portugueses. Parece que bancarrota é uma coisa de somenos, é inacreditável. Para quem qualifica tanto o pensamento dos outros apresenta uma concusão muito fraquinha.
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    jpferra 17.11.2014

    bom melhorou, já admites culpa nos responsáveis políticos (TODOS). Como não tenho o dom da palavra, aproveito este espaço para linkar um belo texto, para leres e reflectires.

    http://corporacoes.blogspot.pt/2014/11/traduzindo-timothy-geithner-ex-ministro.html

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    Knome 17.11.2014

    O Pedro Adão e Silva é o homem da lixívia da governação Sócrates, percebe-se o contorcionismo do texto para atingir a conclusão condicionada pelo título. A crise de 2008 é uma coisa, a bancarrota é outra, falar só na primeira e "esquecer-se" da segunda para elibar Sócrates é pura desonestidade intelectual, para não dizer pior. É também um bom "politólogo" para alimentar a "narrativa" -a do dono- como a vai mencionando no texto.
    Já que estamos em maré de links, já agora, leia este http://www.ionline.pt/artigos/portugal/manifesto-defesa-seguro-diz-governo-socrates-foi-desastre
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