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Sem antídoto conhecido.

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05
Nov15

A inacreditável estupidez de todos nós sobre o BES/Novo Banco

Diogo Moreira

Pensão de Ricardo Salgado triplica para 90 mil euros mensais



Uma entidade que paga e faz aumentos desta magnitude sobre as pensões milionárias dos seus ex-gestores, que foram responsáveis por levar a dita à falência, não pode receber um cêntimo de ajuda do Estatal.



É imoral e um insulto para todos os portugueses.



Nem mais um cêntimo para o Novo Banco. O dinheiro de todos nós não serve para isto.

7 comentários

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    Carlos Vaia 05.11.2015

    Pode ser que em breve o PSD/PP deixem de ter dinheiro para pagar aos comentadores como o Jaime Santos para vomitarem estupidez. Já faltou mais.
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    Jaime Santos 05.11.2015

    O Jaime Santos por acaso até é de Esquerda e votou no PS, como atestam incontáveis posts atrás. Simplesmente, o Jaime Santos não gosta de recorrer a um dado tipo de retórica quando lhe faltam os meios (legítimos) para a concretizar, até porque não gosta de fanfarronadas. Portugal ainda é um Estado de Direito, o que significa que a 'defesa dos contribuintes' (bandeira que em tempos Paulo Portas empunhou, com os resultados que se conhecem) não se sobrepõe ao cumprimento da Lei, mesmo quando esta nos desagrada, como no caso presente. Aliás, digo-lhe mais, defendi que o BES deveria ter sido recapitalizado (e só vendido quando devidamente recuperado e por um bom preço) em vez da peregrina ideia da resolução, como defendeu e bem Vítor Bento. Agora, vai provavelmente custar-nos muito mais a todos... Quanto aos insultos, meu caro, ficam com quem os profere, donde não preciso sequer de lhos devolver...
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    Carla 05.11.2015

    Oh, Jaime, se és do PS, então deve ser da "corrente crítica" do Assis.
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    Jaime Santos 05.11.2015

    Não, Carla, defendo o acordo das Esquerdas. Mas não confundo moral com ação política, porque a segunda não se resume à primeira. Quero que um novo Governo reforce a regulação bancária e acabe com privilégios como aqueles concedidos a Ricardo Salgado. Na prática, estas instituições têm funcionado na base da socialização das perdas e na privatização dos lucros. Mas isso não tem nada a ver com defender que se acabe com o princípio da não-retroatividade das Leis (o que está feito, mesmo mal feito, está feito), ou que defenda agora, como parece seguir da posta do Diogo Moreira (e note-se que a notícia se refere ao fundo de pensões do BES mau, e não ao Novo Banco), que se deva deixar o Novo Banco falhar. Faço notar que a primeira causa de toda esta crise foi o facto de a administração Bush, ela mesmo, ter decidido que não havia problema em deixar o Lehmann Brothers falhar. Pois, enganou-se...
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    Carlos Vaia 07.11.2015

    Jaime, não faço ideia, ao ler o que escreve, se é de esquerda se é de direita e, confesso, não estou muito interessado em saber, relevante é o facto de defender uma mixórdia de ideias retrógradas com outras com as quais concordo, mixórdia essa que, de tão confusa, nem me dou ao trabalho de desmontar. Até pode ser que o PSD não lhe pague para dizer disparates, caso em que os diz de motu próprio, a diferença é relevante, admito, ainda assim não deixam de ser disparates.
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    Jaime Santos 07.11.2015

    Orwell dizia que algumas pessoas não conseguem entrar numa discussão admitindo que o seu interlocutor é simultaneamente honesto e inteligente. Começou por chamar-me vendido, agora chama-me idiota. Convenhamos que é uma melhoria, mas não deixa de ser revelador do seu estilo de argumentação. Quanto às ditas ideias retrógradas, explique lá o que defende, não se esconda perante a suposta confusão das minhas ideias. Que se nacionalize o Novo Banco? Olhe, já foi de facto nacionalizado e com os resultados que se conhecem. Devemos continuar a deitar para lá dinheiro sem esperança de o recuperar? Ou acha que se deve deixar falir e que devem ser igualmente os depositantes a arcar com os prejuízos, depois do Estado (sim, não foram só os políticos) ter posto a cabeça no cepo e garantido que estava tudo bem, com Carlos Costa, Passos Coelho e Cavaco Silva incluídos no coro? Isto para não falar na carteira de créditos do Novo Banco, que é relevante para a Economia Nacional. Sabe, por muito que não goste da ideia, não é possível, num Estado de Direito, fazer tábua rasa dos disparates daqueles que foram eleitos antes. Até porque os lesados podem bem recorrer aos tribunais, como está a fazer a Goldman Sachs, em Londres. Mas isso o meu caro não aceita, provavelmente porque confunde ação política com moral...
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