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365 forte

Sem antídoto conhecido.

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05
Nov15

A inacreditável estupidez de todos nós sobre o BES/Novo Banco

Diogo Moreira

Pensão de Ricardo Salgado triplica para 90 mil euros mensais



Uma entidade que paga e faz aumentos desta magnitude sobre as pensões milionárias dos seus ex-gestores, que foram responsáveis por levar a dita à falência, não pode receber um cêntimo de ajuda do Estatal.



É imoral e um insulto para todos os portugueses.



Nem mais um cêntimo para o Novo Banco. O dinheiro de todos nós não serve para isto.

4 comentários

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    Carlos 06.11.2015

    A Banca tem um fundo de pensões privado , pagará as pensões de acordo com os desconto feitos pelos seus associados para esse fundo.Se fosse uma pensão pública , há uma coisa que se chama plafonamento ao qual todos os partidos de esquerda se opõem.Não havendo plafonamento também no público poderá haver pensões deste valor se a carreira contributiva do indivíduo assim o permitir.
    Pelo que estamos perante mais uma notícia que não é notícia , é o folclore do momento para o pipol.

    No tempo do Dr. Victor Gaspar ;

    "O Governo chegou a acordo com a banca sobre a transferência do fundo de pensões do sector, o que vai permitir que o Estado atinja o défice de 5,9% este ano. E que pague dívidas que tem junto da banca.
    O anúncio foi feito esta manhã pelo ministro das Finanças durante o discurso de encerramento do debate do Orçamento do Estado, no Parlamento.
    "Este encaixe vai permitir o pagamento de dívidas das administrações públicas, contribuindo assim para o processo de diminuição do rácio de transformação dos bancos portugueses e o financiamento da economia".
    Esta operação “foi definida num espírito de diálogo com os bancos e sindicatos, acautelando os direitos dos pensionistas. Os direitos das três partes, Estado, bancos e pensionistas, estão garantidos”, afirmou o ministro das Finanças. Tal como já tinha sido noticiado, os reformados da banca não vão ver os seus subsídios de férias e de Natal cortados.
    A transferência é “actuarialmente equilibrada, protegendo os interesses dos contribuintes. A operação, de carácter extraordinário, tem alguns benefícios substanciais que vão para além do cumprimento do objectivo do défice orçamental. Permite mobilizar montantes consideráveis de activos, num momento de grande dificuldade de acesso ao financiamento. De forma mais genérica, este encaixe vai permitir o pagamento de dívidas de administrações públicas, contribuintes. A operação, de carácter extraordinário, tem alguns benefícios substanciais que vão para além do cumprimento do objectivo do défice orçamental. Permite mobilizar montantes consideráveis de activos, num momento de grande dificuldade de acesso ao financiamento. De forma mais genérica, este encaixe vai permitir o pagamento de dívidas de administrações públicas, contribuindo assim para o processo de diminuição do rácio de transformação dos bancos portugueses e o financiamento da economia."
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    Joe Strummer 06.11.2015


    Há aí uma confusão qualquer, se o Gasparinho Louçã fez um acordo para transferir o fundo de pensões da banca para o estado, como é que este ainda é privado?
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    Carlos 06.11.2015

    É mais ou menos , a massa passou para a segurança social mas quem faz as actualizações e define o valor das pensões dos bancários , mediante os descontos que fazem e os acordos sociais em vigor no sector é o SAMS , não é a SS. Por isso não há nenhuma confusão.Tal como explicado no texto anterior , esta foi uma medida de carácter extraordinário , serviu apenas para equilibrar as contas públicas e será revertida oportunamente.


    "Como já era público, a Segurança Social fica responsável a partir de 1 de Janeiro de 2012 pelo pagamento das pensões dos bancários, “incluindo os valores relativos ao subsídio de natal e ao 14.º mês”, ficando a cargo dos bancos a responsabilidade pelas actualizações (aumentos) dessas pensões, pelos descontos para os Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS) e dos subsídios por morte, pensão de sobrevivência a filhos, e pensão de sobrevivência a filhos e cônjuge sobrevivo, desde que referente ao mesmo trabalhador"
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