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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

04
Dez12

O risco de pobreza em Portugal

Nuno Pires

O Eurostat publicou ontem alguns indicadores sobre o risco de pobreza e exclusão social na União Europeia, resultantes do instrumento European Union Statistics on Income and Living Conditions (“EU-SILC”), revelando que 24% da população da UE27 (cerca de 120 milhões de pessoas) se encontrava em situação de risco, de acordo com dados referentes a 2011.

 

Estas notícias são péssimas, mas, atendendo especificamente aos valores nacionais, é possível retirar conclusões adicionais dos dados divulgados pelo Eurostat, nomeadamente através da análise da evolução destes indicadores em Portugal nos anos de 2008, 2010 e 2011, e da sua comparação com a média da UE27.

  

 

04
Dez12

Corporativismo partidário

Rui Cerdeira Branco

Absolutamente imperdíveis os 5 tostões de Daniel Oliveira sobre a organização interna dos partidos no prasa "Os partidos dos funcionários".

Um excerto:

" (...)  Funcionários, deputados ou assessores dependem, direta ou indiretamente, financeiramente do partido. Podem, claro está, ser suficientemente livres e desapegados para, ainda assim, correr o risco de tomar posições dissonantes. Mas quanto mais tempo ocupam o lugar menores são as probabilidades de encontrarem uma carreira fora do partido. E menor virá a ser a sua autonomia face ao próprio partido. Por mais livre que seja, um assalariado é menos livre do que alguém que não depende do partido para viver. A não ser, claro, que dentro do partido sirva outros interesses que lhe garantam uma carreira futura. Encontramos muito disso em partidos de poder.

 

Direções alargadas (Comité Central, Mesa Nacional, Conselho Nacional, etc.) que são, como praticamente todos são, maioritariamente constituídos por profissionais políticos, não representam a realidade nacional. Podem preocupar-se com ela, mas demoram mais tempo a compreender todas as suas contradições. (...)"

03
Dez12

Serviço público: "Os pobres estão a arruinar este país"

Pedro Figueiredo

 

Qualquer semelhança com o texto de Gene Kerrigan no Irish Times não é pura coincidência.

 

Os pensionistas queixam-se de hipotermia, mas quem é que apoia os nossos banqueiros?

 

Já viram contra quem Passos Coelho tem de lutar? Pensam que pessoas como a D. Mariazinha são fáceis de lidar? Porque razão é permitido a esta mulher bloquear a recuperação nacional? Quanto tempo mais teremos de aturar este egoísmo revelado por pensionistas, alunos, deficientes, desempregados e outros que tais?

 

Será que esta gente não se preocupa com o défice? Será que a estabilidade do euro não está entre as suas preocupações? Será que teremos que deixar os banqueiros europeus para trás a pagarem as próprias dívidas às suas custas? Será que não há direitos humanos, ou mesmo daqueles adquiridos, que protejam os accionistas dos bancos?

 

As donas Mariazinhas deste país arrasam os nossos corações. Não têm um só pensamento que seja a favor do sucesso da Grande Guerra Contra Nós Próprios.

 

 

 

02
Dez12

Vizinhança

Nuno Pires

A.R., 1 de dezembro:

A independência é um valor da História que não se pode negar.

 

Estrela Serrano, Ó tempo, volta para trás! (desculpem lá!):

O País está mesmo sem graça. Já não temos os “grandes” julgamentos dos “políticos corruptos” que no passado recente faziam os jornais vibrarem com grandes manchetes, como o Sol, o Correio da Manhã e o “saudoso” Jornal Nacional de Sexta, da TVI, com escutas telefónicas, pinóquios, envelopes com dinheiro, caixas de robalos….equipas especiais, “cachas” todos os dias...

 

Fernanda Câncio, obviamente:

Demite-se um PM quando é mais danoso para o País mantê-lo no lugar que arriscar outra solução, por fraca e incerta que pareça. Quando cada dia que permanece no lugar para o qual foi eleito cria perigo para a comunidade.

 

José Simões, Que tristeza!:

Se a ideia era limpar a imagem de Nuno Crato e ressuscita-lo como um defensor da escola pública, parabéns à central de informação do Governo, mas como este Governo não tem ideia nenhuma para nada que não seja a ideia de destruir tudo para construir de novo à medida da religião ideologia que professa, Pedro Passos Coelho faz figura de mentiroso e vem dizer que não disse aquilo que na realidade disse

 

Paulo Pedroso, A Grécia provou que os memorandos de entendimento não estão escritos na pedra. E isso incomoda alguns:

Quanto já podiamos ter melhorado o nosso Memorando de Entendimento se não tivéssemos no governo alguém que mal consegue disfarçar que não gostou das notícias que implicam uma descida substancial dos juros que pagamos, entre outras vantagens para o país?

01
Dez12

"Este é um mandato que o Governo não tem"

Nuno Pires

Nuno Saraiva, Da legitimidade democrática e eleitoral:

Pedro Passos Coelho confessou, esta semana, em entrevista televisiva, que o fracasso das previsões macroeconómicas do Governo ficou a dever-se, entre outras coisas, a uma "surpresa orçamental". Assim uma espécie de "ovo Kinder" das contas públicas.
Longe vão os tempos em que o então candidato a primeiro-ministro afirmava: "Espero nunca dizer ao País, ingenuamente, que não conhecíamos a situação. Nós temos uma noção de como as coisas estão."
Trata-se, apenas, de mais uma demonstração de como o contrato de confiança estabelecido com os eleitores nas últimas legislativas foi quebrado. Em junho de 2011, Passos Coelho conquistou, através do voto, a legitimidade para governar.

Pág. 3/3

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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