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07
Jul

Estado da Nação

por Luis Borrega Toscano

Os 7 Pecados Capitais do Governo


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A mentira é o Alfa e o ómega, o Zénite e nadir da ação governativa da direita no Governo.

 

Os portugueses sabem como começou, quando Passos e o PSD prometeram, durante a campanha, não subir impostos, nem cortar nas pensões e salários.

 

Sabem também como se desenvolveu, quando durante 4 anos: destruíram mais de 400 mil empregos, aumentaram as desigualdades, atiraram o país para níveis de pobreza de há dez anos, empobreceram o país e regrediram as condições de vida dos portugueses para níveis de 1990!! Aplicaram cortes brutais na Educação, cortaram o dobro na Saúde (sim, o dobro!) do acordado com a Troika e colapsaram a Justiça.
Mentiram quando bradaram aos céus que o Novo Banco não traria 1 cêntimo de custo para os portugueses e que o défice estava controlado (as perdas começam nos 1000 milhões! e o défice pode ir aos 6%). 
Mentem quando se regozijam com quatro intensos anos de reformas estruturais. Incentivos à emigração? É mito urbano, mesmo tendo a taxa de população emigrada mais alta da União Europeia!
desinvestimento no conhecimento e na ciência infelizmente não é mentira.

 

Mas os portugueses já sabem como vai acabar, quando Passos e Portas, não tendo um mínimo de vergonha, vêm agora declarar guerra às desigualdades e até negam que o seu governo tenha atingido os cidadãos mais vulneráveis. E preparam-se para continuar a tratar os portugueses por tolinhos quando em Bruxelas defendem mais cortes e em Lisboa juram o seu oposto, quando tentam dar um ar de elevação para logo a seguir mostrarem do que são feitos. Com mentiras não acautelaram os interesses de todos os portugueses, e com mentiras aumentaram a dívida e querem continuar o PREC da direita (Processo de Raspagem do pote Em Curso). 

 

A mitomania é mesmo a marca de água destes senhores. Só que a água quer-se límpida. E este Governo joga muito sujo.


A expiação essa, pode esperar pelo menos mais quatro anos.

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09
Abr

Tarzan Taborda

por Luis Borrega Toscano

Excelente e péssimo João Taborda Gama hoje no Diário de Notícias sobre Saldanha Sanches e Sampaio da Nóvoa.

 

Excelente porque ficámos a saber que o autor usa e deturpa a memória de um para enviesar e enlamear a integridade do outro. Ficámos a saber ao que vem.

 

Péssimo porque os factos em que a narrativa assenta são falsos: nem Sampaio da Nóvoa votou, nem o podia fazer, pois como presidente do júri só teria voto de qualidade e nunca poderia participar na votação (por não ser da área em questão). E pior ainda porque a falsa moralidade do autor esbarra com o incómodo que o próprio Sampaio da Nóvoa demonstrou ao chumbo persecutório que Saldanha Sanches sofreu.


Taborda Gama como académico não aprendeu nada com Saldanha Sanches. Pois se a virtude pode ser ensinada, é mais pelo exemplo do que pelos livros. 

E ficámos a saber (já durante o dia) que foi Marcelo que orquestrou o chumbo à prova de agregação de Saldanha Sanches. E o texto que era suposto ser um confronto entre Saldanha Sanches e Sampaio da Nóvoa, isto é, de um morto contra um vivo (ganha sempre o bom nome do morto), acabou por trazer a jogo o filho de fascistas que quer ser Presidente da República: Marcelo Rebelo de Sousa.

 

As palavras liberdade, seriedade e justiça podem ser evocadas vezes sem conta por muitos. A sua prática é que está ao alcance de muito poucos.

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João Taborda Gama hoje juntou-se a esses muitos.
Saldanha Sanches era um desses poucos.

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24
Mar

E pronto é isto.

por Luis Borrega Toscano

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02
Mar

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05
Fev

O resgaste alemão

por Luis Borrega Toscano

   Londres, 27 de Fevereiro de 1953.

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26 países credores perdoam metade de todas as dívidas (no valor de 30 milhões de marcos alemães) à Alemanha e o restante foi reescalonado por um período de 30 anos. 

A Alemanha nunca mais enfrentou um problema de dívida.

A ideia de condicionalidade do pagamento (pagamento apenas do que se pode - e quando se pode) esteve sempre presente desde o início das negociações. O acordo visou, não o curto prazo, mas antes procurou assegurar o crescimento económico do devedor e a sua capacidade efectiva de pagamento.

Bem sabemos que as crianças alemães não estudam este acordo nas escolas, e que os media tentam abafar esta iminente bancarrota alemã.

A Grécia foi um dos países mais generosos com a Alemanha em 1953, apesar dos crimes de guerra cometidos durante a ocupação alemã poucos anos antes.

O Acordo de Londres é um dos melhores exemplos históricos de quão razoável e sustentável uma renegociação de dívida pode ser.

Basta haver vontade política.

 

"Este plano não poderá provocar sobre a economia alemã efeitos indesejáveis sobre a situação financeira interna nem drenar, injustificadamente, os recursos de divisa quer os actualmente existentes quer os potenciais. Os Governos signatários poderão solicitar as opiniões de peritos sobre todas as questões resultantes das negociações para a elaboração do plano bem como sobre a capacidade para pagar" Konrad Adenauer (artº III da carta de 6 de Março de 1951, Apêndice A do Acordo de Londres de 1953)

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22
Jan

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Enquanto aqui no burgo foi há pouco chumbada, entre outras, a proposta de adopção por casais do mesmo sexo no parlamento, em Espanha o rei Filipe VI concordou ser capa da revista gay RAGAP.

Tornou-se o primeiro chefe de Estado de Espanha a ser capa de uma publicação da comunidade LGBT.

Esta atitude progressista da monarquia espanhola está a ter aliás grande impacto em todo o Mundo.

A abertura da monarquia de "nuestros hermanos" levou mesmo alguns meios internacionais a considerar Filipe VI como novo ícone gay.

A mudança geracional da Casa Real traz novos ventos à Zarzuela.

E devia corar de vergonha homens e mulheres que foram hoje contra um dos mais básicos direitos de uma criança, impedindo de oferecer-lhes a possibilidade de uma parentalidade positiva.

A homofobia continua a nublar a visão de muita gente.

Mas as nuvens negras vão-se afastando aos poucos e o sombrio do ontem dará lugar ao amanhã luminoso.

 

 

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