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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

04
Jun14

Um "supônhamos"...

Frederico Francisco
O governo apresenta a demissão alegando que o Tribunal Constitucional o impede de tomar as medidas necessárias e imprescindíveis ao ajustamento da economia portuguesa.

Cavaco Silva faz uma comunicação ao pais dizendo que os sacrifícios que fizemos não podem ter sido em vão e que, por isso, o pais não pode entrar numa "crise política" (nome que o presidente costuma dar às eleições) e que é necessário um consenso para a salvação nacional, lamentado que os esforços que no passado fez para obter esse consenso tenham sido infrutíferos.

O PS, não tendo a certeza de conseguir ganhar umas eleições antecipadas e não tendo ainda a sua liderança clarificada ou a caminho disso, aceita o apelo do presidente.

António José Seguro, em desespero, alega "sentido de estado" e "responsabilidade" e aceita entrar no governo que, agora, passa a ter uma maioria que permite rever a Constituição.

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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