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Há para aí uns quantos que vêm nas declarações de António José Seguro, no rescaldo dos resultados das primárias, um sinal de decência na derrota. Até pode ser que sim. O problema foi a decência que lhe faltou desde o dia em que António Costa tomou uma decisão política no contexto político do pós eleições europeias. Fulanizar combates políticos é o primeiro passo para não se falar de ideias, e foi isso que aconteceu.

 

Não, Seguro não foi gracioso nem decente no momento da derrota. Foi apenas hipócrita e calculista. Quis armar uma mise en scène para as câmaras, um teatrinho de homem despojado do poder, mas de forma a tornar viável o seu futuro. Mais uma vez, uma falácia: ele não se despojou, teve de ser retirado à força.

 

O que Seguro nunca entendeu - ou não quis entender - é que não foi um ataque pessoal, foi uma atitude política para com um problema político por ele criado. Apesar de se deparar com o Governo mais selvagem de que há memória em democracia, o PS de Seguro revelou-se incapaz de se destacar nas sondagens e nas eleições como uma alternativa viável. Qualquer líder maduro teria entendido que a solução para o impasse político criado por Costa era uma ferramenta política: convocar um Congresso. Não o quis. Preferiu arrastar esta situação durante 4 meses, meses cronologicamente decisivos para a oposição ao Governo, porque em fase de preparação do OE 2015. Encetou uma descerebelada fuga para a frente chamada "eleições primárias", achando que com isso tirava um coelho da cartola e que convenciria o povo de aquém e além mar de que se trata de um Homem de Estado, um politico capaz da liderança que em momento algum demonstrou.

 

Depois das "cortes de Lisboa", depois da "separação da política e dos negócios", depois do "PS dos interesses" do qual ele diz nunca ter feito parte, depois de se ter "anulado" durante 3 anos, depois das "80 medidas" indigentes a pedir meças ao guião da reforma do Estado de Portas, depois do vídeo Calimero do corte de cravo, depois do "fica-te mal", depois da "janela do Município", só dá para concluir: quem com ferrinhos mata, com ferrinhos morre.

 

Um best of de António José Seguro aqui, aqui e aqui.

 

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24
Set

Seguro, deixa-me dar-te os parabéns. Nunca tinha sentido até hoje tanta vergonha alheia ao ouvir um político português. Superaste-te e por isso mereces um forte cumprimento por teres atingido um patamar ainda mais baixo na sarjeta cada vez mais entupida do teu discurso populista, pseudomoralista e mesquinho.

Não honraste nem honras o partido do qual és líder. Envergonhas-te e envergonhas os teus camaradas que ainda te tentam respeitar minimamente até deixares o cargo que nunca mereceste.

Tens razão quando dizes que não vale tudo em política. Não vale mesmo. O que assistimos hoje foi de uma baixeza abjeta e - isso sim - fica-te mal. Podes ter o sonho de ser líder do PS e Primeiro Ministro de Portugal desde criança, mas os valores da honra e da dignidade tinham de estar presentes nesse teu percurso. Não estiveram. Não tem havido qualquer tipo de dignidade da tua parte quando atacas os teus camaradas com uma violência que nunca aplicaste a Pedro Passos Coelho e ao seu Governo. 

Pediste a António Costa para não ajudar a direita quando na verdade quem a tem ajudado nestes últimos anos foste tu, o presumível líder da oposição que se andou a anular para "haver paz no partido". A paz que deste foi à direita e é essa paz que tem de terminar.

Por isso votarei no António Costa.

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Ao ser confrontado com o contraste entre a larga experiência governativa de António Costa e a sua, António José Seguro tem respondido frequentemente aos jornalistas com o exemplo do grupo de trabalho que liderou na bancada socialista dedicado à "reforma do funcionamento da Assembleia da República". Daqui resultou um relatório de 28 de Março de 2007 da autoria do deputado António José Seguro: "Reformar e Modernizar a Assembleia da República para servir melhor as cidadãs, os cidadãos e a democracia”. O relatório versa essencialmente sobre questões como a acessibilidade do trabalho parlamentar, a transparência do funcionamento da Assembleia da República e uma maior eficiência no uso dos recusos que o parlamento tem ao seu dispor. O documento de António José Seguro exigia então faculdades que hoje podemos considerar básicas e fundamentais, como a existência de uma página pessoal para cada deputado, na qual a sua assiduidade ao plenário e as iniciativas por si apresentadas fossem facilmente consultáveis.  

 

Ora bem: das múltiplas recomendações que António José Seguro fez na altura, venho aqui destacar umas que se encontram nas páginas 20, 21 e 22 do relatório. Neste capítulo, António José Seguro debruça-se sobre a questão da composição da Assembleia da República, isto é, sobre o número de deputados que o parlamento português deve ter. E aqui encontramos um António José Seguro diferente daquele nos últimos meses tem gritado por uma redução deputados, diferente daquele que ontem nos quis convencer que um corte de 49 representantes eleitos "visa a abertura do sistema político, o aumento da participação dos portugueses e melhorar o funcionamento do Parlamento". Pois aparentemente, anulado ou não, António José Seguro (à semelhança do seu atual líder da bancada parlamentar e do cabeça-de-lista do PS nas últimas eleições europeias) não pensava assim em 2007:

 

"Apesar do nosso mandato não incluir a apreciação da lei eleitoral e, consequentemente, a natureza e a composição do parlamento português, consideramos oportuno juntar a este Relatório alguns dados estatísticos que auxiliam a enquadrar a questão num ambiente de seriedade política, descontaminado de foros populistas tão em voga."

 

Portanto, o autor da proposta de redução de deputados que terá dado ontem entrada na Assembleia da República acreditava que propostas de reduções de deputados no parlamento português eram algo de "foros populistas tão em voga". E para sustentar esta sua opinião, António José Seguro apresentou um cojunto de gráficos e tabelas com dados de 2005:

 

 

Os dados recolhidos então por António José Seguro revelavam já que em termos de representatividade parlamentar, o parlamento português encontrava-se na média da União Europeia (ainda que na minha opinião, estes dados estejam incompletos por não comteplarem os deputados regionais/estaduais de cada estado-membro). E se quisermos algo mais atual, basta pegar nos dados populacionais do eurostat e nos números de parlamentares de países da UE e obtemos algo assim, tal como fez o Hugo:

 

 

Por fim, António José Seguro acrescentava ainda que "a natureza e a composição do parlamento português devem garantir a expressão do pluralismo partidário, em particular o de menor representação eleitoral e o de todas as regiões do país. A diversidade é essencial à qualidade da democracia."

 

Ontem, na histórica sede do Partido Socialista, em Lisboa, naquele que será provavelmente um dos seus últimos actos públicos enquanto Secretário-Geral do PS, António José Seguro decidiu apresentar aos portugueses a mais recente proposta legislativa da bancada socialista, uma proposta em que ele e a sua direção vinham trabalhando desde finais de 2011: uma redução do número de representantes eleitos da população portuguesa. Uma proposta que reduziria a cerca de uma dezena os parlamentares eleitos à esquerda do PS e diminuiria a representatividade regional de vários distritos do interior do país. Sem quaisquer estudos, pareceres ou discussão interna e já fora do prazo a que se tinha proposto, António José Seguro declarou claramente como interpreta o que é a sua "nova forma de fazer politica" e de que maneira pretende liderar o Partido Socialista e, potencialmente, o país. E demonstrou-nos mais uma vez o quão confiável é a sua palavra. Quem sabe, talvez daqui uns anos já volte a ser contra e apelide de populista esta que será certamente nesta legislatura a mais imbecil e vergonhosa proposta legislativa do PS a dar entrada na Assembleia da República Portuguesa.

 

 

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16
Set

É que é mesmo isto

por David Crisóstomo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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13
Set

António José Seguro tentou por diversas vezes no segundo debate colar a cuspo Costa à direita e ao Governo. Correu-lhe mal, como é óbvio.

Contudo, e o mais curioso do seu spin cheio de incoerências, é que é ele quem usa as narrativas populistas da direita ao tentar atacar o seu adversário e quem o apoia. São raras as manchetes que o líder em exercício do Partido Socialista faça que não incluam um ataque à imagem e história do seu próprio partido a quem o construiu.

Numas eleições primárias do partido não vale tudo para ganhar votos. O PS nunca teve um líder que denegrisse tanto a sua imagem e fizesse mais oposição para dentro do que para fora como António José Seguro.

O país não pode ter esta vergonha como Primeiro-Ministro.

 

 

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Ele planta sozinho, de mangas arregaçadas, e depois vem o autarca da janela para lhe roubar o socialismo. Isso não se faz a ninguém.

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10
Set

Déjà vu

por João Martins

Não querendo estabelecer comparações entre os debates, as temáticas abordadas e a qualidade dos mesmos, depois de ler e ouvir algumas reações de seguritas (aqueles que se orgulham da promessa irresponsável de Seguro), lembrei-me da excitação dos republicanos americanos quando diziam que Romney tinha cilindrado Obama no seu primero debate e ia ganhar a Casa Branca, sem sombra para dúvidas.

Mas se calhar sou só eu.

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08
Set

Seguro e a interioridade

por Nuno Pires

António José Seguro não se cansa de falar no interior como sendo o "país real", o bom e o belo, que é injustamente ostracizado por uma corte de iluminados de Lisboa. Em entrevistas e intervenções públicas, Seguro não tem hesitado em hostilizar Lisboa e os lisboetas, numa estratégia política que, para além de insultuosa, não parece ser lá muito inteligente quando o objetivo último é liderar um Governo de Portugal.

 

Apesar de tudo isto, a verdade é que de interior, de políticas públicas para a promoção da interioridade, António José Seguro parece perceber muito pouco. Muito pouco mesmo.

 

Mas Seguro apaixonou-se pelo interior e nada nem ninguém o vai separar do interior amado. Observe-se, a título de exemplo, mais um vídeo, publicado ontem na página de Facebook de AJS. Aquilo que Seguro demonstra neste vídeo, antes mesmo de olharmos ao interior em particular, é um profundo desconhecimento da importância do financiamento não reembolsável (ou a "fundo perdido", como se preferir) na atenuação de desequilíbrios estruturais. Não é novidade: Pedro Passos Coelho, em diversas ocasiões e a propósito da negociação dos fundos do envelope financeiro comunitário para o período 2014-2020, repetiu por várias vezes a ideia absolutamente errada de que o financiamento não reembolsável é algo de mau e que deve ser evitado. Seguro segue-lhe o (mau) exemplo - é esclarecedor.

 

Mas avancemos então para a noção de AJS daquilo que deve ser uma política pública de apoio ao interior do país. Após o visionamento daquele vídeo com o excerto de um discurso de Seguro, senti-me na obrigação de revisitar as ideias apresentadas pelo ainda Secretário-Geral do PS. E descobri que é aí que reside a principal evidência da vacuidade de ideias suas sobre o interior. Na moção política sobre Grandes Opções de Governo entregue na apresentação da sua candidatura às eleições primárias, Seguro não menciona uma única vez o interior. Não tem uma única ideia sua para aquela que, recentemente, se parece ter tornado a sua única e verdadeira paixão no país.

 

Ainda assim, e apesar de não compactuar com atropelos à propriedade intelectual, percorri as 80 medidas de que Seguro se apropriou e lá acabei por encontrar uma menção ao interior: ao fim de 50 ideias, chegamos à tal em que é referida a criação do "Programa de Desenvolvimento do Interior" de que Seguro fala, com o qual, através de financiamento comunitário, se pretendem a "criação líquida de emprego", a "captação de investimento privado nos setores transacionáveis internacionais" e a "promoção da natalidade e fixação das populações".

Como é que, em concreto, isso se atinge? Bom, logo se verá. O que interessa é desejar que o emprego se crie, que o investimento privado apareça e que as pessoas tenham filhos. Como se chega lá, não se sabe, mas pelo caminho Seguro podia ter também desejado o fim da fome e a paz no mundo.

 

De todo o modo, a verdade é que um "Programa de Desenvolvimento do Interior" que assente em financiamento comunitário é, numa palavra, um erro. Logo à partida porque seria, forçosamente, um programa limitado aos 7 anos de duração de um quadro de financiamento comunitário, um período de tempo que não permite resolver, de forma estrutural, o problema de despovoamento do interior que tanto apoquenta Seguro. É, sem dúvida, importante o contributo que os fundos comunitários podem dar a este nível, mas assentar toda uma estratégia num envelope de financiamento comunitário é uma ideia, no mínimo, fantasiosa. Diria mesmo que uma ideia destas, de que um problema estrutural do país é passível de resolução em menos de 7 anos, chega a ser ainda mais bizarra do que a ideia de acabar com os sem-abrigo no período de uma legislatura.

 

Há ainda mais um motivo para estranheza na análise ao que um apaixonado pelo interior tem para dizer sobre este tema. Com efeito, é motivo de surpresa constatar que Seguro nem sequer refere na sua intervenção o trabalho e a história, em muitos casos com bastante sucesso, que o PS regista ao nível da atenuação das clivagens entre o interior e as zonas do litoral. Exemplos como a implementação de benefícios fiscais à interioridade (que não estão dependentes de um programa financeiro comunitário), a criação de medidas de apoio à empregabilidade em regiões específicas do país ou a aposta em eixos rodoviários que permitam ligar estas zonas do interior quer às fronteiras quer às principais cidades do país (de que a A23 é, porventura, o melhor exemplo), são medidas concretas, concretizáveis e específicas, que contrastam em absoluto com a simplória alusão a um "programa de desenvolvimento", limitado à duração de um quadro de financiamento e sem qualquer detalhe ou medida concreta.

 

Tamanho grau de desconhecimento da realidade, do legado histórico do partido, e de incapacidade de concretização de medidas é, de alguma forma, compatível com a ideia de uma pessoa minimamente preocupada com o interior do país?

 

 

 

 

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30
Ago

Lamacento

por David Crisóstomo

 

 

Habituem-se, que isto mudou”. Mudou, mudou para isto.

António José Seguro decidiu deixar de se anular. Após 3 anos de liderança, tinha chegado a altura de se revelar à população. De revelar o que lhe vai na alma, no espírito, de deixar de se ocultar, de deixar de fingir ser o que não era. Descobrimos que andámos a ouvir um António José Seguro em versão anulada, fingida, contida, falsa. Tínhamos um Secretário-Geral que, aparentemente, em privado era uma pessoa e em público anulava-se para se tornar naquilo a que assistimos. Aquilo que no último escrutínio eleitoral apenas conseguiu levar o seu partido a pouco mais de 30% dos votos, era um Seguro falseado. Após perceber que havia alguém que em público se tinha oferecido para levar o Partido Socialista para uma outra direcção, António José Seguro avisou-nos: agora verão aquilo que verdadeiramente elegeram. Os portugueses iam finalmente conhecer o homem que inúmeras vezes repetia: "Os portugueses conhecem-me".

Saiu-nos isto. Saiu-nos alguém que, quando desafiado para uma disputa interna e eleitoral, indigna-se, repete que "não merecia", que merecia sim, por tanto se ter anulado, ser ele o próximo primeiro-ministro. Que não, não ia sair, não há diretas nem congresso, do Palácio Praia ninguém o tirará. Ao perceber a quantidade de camaradas que estariam a optar por apoiar quem oferecia uma nova visão para o PS, arranjou uma maneira de empatar: criam-se primárias, põe-se de repente todo o país a votar. Ao ganhar noção que uma grande parte do país estaria disposto a votar no seu camarada, não hesitou e, no seu "verdadeiro eu", revelou-se. Revelou o que achava de António Costa e dos que o apoiavam, revelou que achava que os interesses, o tal "partido invisivel" que ele sempre viu, o clã dos corruptos, estava com o presidente da câmara de Lisboa. Ele era puro, ele era contra os a "corte iluminada de Lisboa", contra os "negócios", ele cumpria sempre o que prometia, ele não roubou, com ele podiam contar para tudo e para todo o sempre. Já o outro, não queria debates, tinha medo, queria "o poder" dele, era um "assalto ao poder". Era tudo contra ele. Ele que "trouxe o Partido Socialista da lama cá pra cima".

Mudou para isto, para um populista que para se manter num cargo não hesita em insultar, em difamar os que dele discordam. Que não hesita em envergonhar os seus camaradas, em insinuar o quão uliginoso era alegadamente o seu partido antes da sua salvífica chegada.

 

Nunca o Partido Socialista nos seus 41 anos de existência esteve na "lama". O que infelizmente não significa que não haja quem, mesmo internamente, tente de tudo para conspurcar a sua história. 

 

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Com a divulgação do resultado das eleições europeias e do avanço de António Costa para a liderança do Partido Socialista, António José Seguro fez do seu cavalo de batalha a reforma da lei eleitoral, nomeadamente com as propostas de rever a lei das incompatibilidades dos deputados à Assembleia da República e de tratar da redução dos mesmos. Contudo, em Outubro de 2012, o mesmo António José Seguro prometeu que o PS apresentaria "até ao final do anouma "proposta de alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República", que teria como objectivos o de alcançar uma “maior proximidade entre eleitos e eleitores e uma menor dependência dos eleitos face às direcções partidárias” e de “introduzir maior transparência na vida pública e aumentar a exigência na prestação de contas”. E essa proposta tinha claramente como ideal a redução dos representantes eleitos no parlamento português. Todavia, não me lembro e não encontrei qualquer registo de a bancada parlamentar do PS alguma vez ter apresentado tal projecto de "reforma" legislativa em 2012. Ora, como Seguro faz questão de repetir vezes sem conta que "Aquilo que prometo cumpro", só posso concluir que isto é falha minha.
Alguém sabe me informar do paradeiro dessa proposta populista que certamente terá dado entrada na Assembleia da República algures entre Outubro e Dezembro de 2012? Onde está?

 

 

 

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