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Em 2011, no contexto da moção do Bloco de Esquerda ao então governo de José Sócrates, Sérgio Sousa Pinto, no seu afã redondo de auto presunção de importância, discreteia sobre o bom e o mau na política. Tão curioso - e tão premonitório - é que estas palavrinhas descrevem tão bem os seus dichotes palermas sobre a candidatura de Sampaio da Nóvoa e a possibilidade deste ser apoiado pelo PS.

"A política resume-se a trincheira do bem, da verdade e da virtude. E aí permanecer, como numa galeria de ópera, arremessando paus e pedras a quem passa, num esbracejar apoplético, num histrionismo indignado, de quem sabe que não vai por aí, mas também não faz ideia por onde iria, caso o problema se pusesse."

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