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30
Mar

Peticionemos

por David Crisóstomo

 

Hoje, há um consenso amplo na sociedade que reconhece que Portugal enfrenta uma crise sem precedentes na sua história recente que combina dimensões económicas, sociais e financeiras, tendo também importantes manifestações políticas que podem abalar os alicerces do regime democrático.

 

Nenhuma estratégia de combate à crise pode ter êxito se não conciliar a resposta à questão da divida com a efectivação de um robusto processo de crescimento económico e de emprego num quadro de coesão e de solidariedade nacional. A reestruturação honrada e responsável da divida no âmbito da União Económica e Monetária a que pertencemos é condição sine qua non para o alcance desses objectivos, tendo igualmente em atenção a necessidade de prosseguir as melhores práticas de rigorosa gestão orçamental no respeito das normas constitucionais. Sem crescimento económico sustentável, a dívida actual é insustentável.

 

É subscrever faxavôr, apesar de o doutor Paulo Rangel achar que isto teve pouca adesão.

 

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1 comentário

De A.R.A a 01.04.2014 às 23:17

Tudo certo e discutir a reestruturação da divida já peca por tardia quanto mais a urgencia da sua pratica ... mas, como sei que existem por aqui muitos "indefectiveis" do sebastianismo masoquista, faço um apelo a memoria para que haja coerencia nas posições a tomar.

Sabem quem é que partilhou isto em 12/05/2011?
«reestruturar uma dívida significa pagar um preço em miséria, desemprego e falências e, pior que isso, significa pôr em causa o projecto europeu e a moeda única única».

...... ora bolas! Eu não vinha preparado para isto ...........

Até já!

A.R.A

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