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06
Nov

Os hábitos de consumo de um ministro, falemos de álcool, berlindes ou sapatos, não me interessam nem deveriam interessar a ninguém. Já a falta de educação e a pesporrência no trato com deputados da nação, assim como a competência no desempenho da função, isso sim é do interesse de todos. E o que Pires de Lima tem para mostrar é pouco, muito pouco: uma réstea de um mirífico "milagre económico", suportado por algumas vendas de computadores Magalhães em países da América Latina - negócios herdados dos governos Sócrates; exportações de produtos refinados pela terceira refinaria de Sines, um investimento também de Sócrates; e uma conjugação de factores externos e do bom trabalho de um seu secretário de Estado, Adolfo Mesquita Nunes, que levaram a um crescimento (não tão bom como o propagandeado) das entradas de turistas. 

O seu antecessor, o saudoso Álvaro, prometia uma grandiosa e quinquenal reindustrialização do país e a descoberta de petróleo ao largo das Caldas. Pires de Lima limita-se a alardear ufanamente resultados que se devem a investimentos feitos pelos governos socialistas. O resto são pormenores, que em nada beliscam o mau desempenho do ministro. 

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