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365 forte

Sem antídoto conhecido.

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19
Abr14

Neste aniversário, o PS aceita com orgulho os parabéns endereçados por Moreira da Silva

Nuno Oliveira

Moreira da Silva dedicou o dia de ontem à mobilidade eléctrica. Teve a honestidade-simpatia de falar no crescimento do cluster da mobilidade eléctrica que a ignorância da jornalista ou editores do Público transformaram em "criação".


E ao lermos a declaração de Moreira da Silva podemos lá encontrar implicitamente os maiores elogios que um partido pode desejar. Porque na capacidade que Moreira da Silva identifica de «“recursos, talentos e infra-estruturas” para se constituir “como fornecedor e exportador de tecnologia” na mobilidade eléctrica» está o elogio das políticas públicas dos governos anteriores do PS que o permitiram.


E que melhor elogio pode um partido político ambicionar que um seu adversário afirmar a capacidade económica que as suas políticas públicas potenciaram? Uma capacidade económica assente num sector de pendor tecnológico e que tem como alvo um dos maiores problemas (sobretudo) dos países mais desenvolvidos: a sustentabilidade ambiental.


Outro elogio de Moreira da Silva podemos ainda encontrar na forma como reconhece a importância das políticas públicas que impulsionem uma procura que dinamizaria uma indústria nacional com potencialidade exportadora de elevado valor acrescentado e incorporação nacional e que se complementava com a promoção de energias renováveis para uma sociedade ambientalmente sustentável. 


Falta a  Moreira da Silva complementar o elogio com uma acção política que dê seguimento às políticas iniciadas nos anteriores Governo. Veja-se também a confissão do erro na remoção dos incentivos fiscais à compra de carro eléctrico. O ministro fala em reforma verde na fiscalidade mas nós vemos que é apenas mais um acesso de timidez do ministro. Neste caso concreto tratar-se-ia de uma reposição dos incentivos presentes até primeiro orçamento do Governo de Passos. Mais vale tarde do que nunca.

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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