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24
Set

"Se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor"

 Guilherme de Ockham

 

Passos Coelho insiste que não se recorda se durante três anos auferiu cerca de 5 mil euros por mês. Por si só isto seria inverosímil. No entanto, para o caso é irrelevante uma vez que quer na declaração de IRS quer no pedido entregue à AR em 2000 o agora Primeiro-Ministro declarou expressamente que não havia recebido qualquer verba para além do vencimento de deputado e de participações em órgãos de comunicação social.

 

Deste modo, é incompreensível por que razão Passos Coelho não reitera a informação veiculada nesses documentos e simplesmente negue que tenha recebido tais quantias — a menos que duvide da veracidade das suas declarações.

 

Se assim é, e mesmo que tudo fique esclarecido, como é possível confiar num Primeiro-Ministro que nem em si próprio confia?

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1 comentário

De Joe Strummer a 25.09.2014 às 20:57


Passos evita dialogar consigo mesmo porque sabe que um dos dois está a mentir.

Mas eis que senão, um estranho aliado, compreende a sua luta:

"António Costa, por outro lado, afirma que cabe à PGR esclarecer e agir caso se prove ser verdade. Tratando-se de um primeiro-ministro, “não pode pairar a dúvida”, diz, acrescentando que se se provar não ter havido ilícito há que “repor o bom nome do primeiro-ministro”.

http://observador.pt/2014/09/25/nao-teria-sido-tao-condescendente-primeiro-debate-diz-costa/

Costa > Seguro
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