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Caramba Público, isto já começa a enjoar, não é a 1ª vez que leio artigos vossos sobre as eleições europeias todos atabalhoados. E o de hoje vem com erros ridiculamente óbvios, como uma infografia onde se lê que há "16 partidos", quando são na verdade "16 candidaturas", com 18 partidos, como vem indicado no próprio titulo da peça; outro imbróligo: a noticia refere que o próximo presidente da Comissão Europeia "terá de ser votado pelo PE com maioria absoluta (pelo menos 356 deputados, metade mais um do total dos eleitos)" - dado que o Parlamento Europeu vai passar a ter 751 eurodeputados a partir das próximas eleições, "metade mais um do total dos eleitos" dá, na minha terra, 376 deputados; outra tosquice: "Todos os partidos já com assento no PE recandidatam actuais eurodeputados, à excepção dos socialistas, que deixaram ‘cair’ Vital Moreira" - é, a Alda Sousa, o Diogo Feio, a Regina Bastos, a Maria Graça de Carvalho, a Maria Patrão Neves, o Nuno Teixeira e o Mário David foram eleitos pelo PS, lá está (e a Edite Estrela, o Luís Paulo Alves, o Correia de Campos e o Capoulas Santos são o quê? Vêm em que lista?).
Vá lá, a ver se nos esforçamos um pouco mais, senão aquele vídeo da Bárbara Reis a explicar que os artigos do Público online vão passar a ser pagos porque a vossa preocupação é continuarem "a fazer o jornalismo que importa, o jornalismo que faz a diferença, o jornalismo profundo e independente" vai começar a ser considerado como sarcástico.

 

 

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