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14
Jun

Esquecer é deixar morrer

por Pedro Figueiredo

Há pessoas que marcam. Para sempre. Independentemente do tempo de convívio que se possa ter tido.

Porque faz hoje 365 dias que partiu uma das mentes mais brilhantes que conheci, relembro quem nunca consegui dissociar do provador de venenos, expressão que só o próprio poderia ter-me dado a conhecer. Não é uma homengem a título póstumo. A minha admiração e reconhecimento por João Pinto e Castro não precisa de data alguma para se materializar, mas se alguma vez tivesse de o fazer publicamente e não apenas em privado, hoje e aqui era o ideal. Não ficou nada por falar entre nós, mas havia ainda tanto por dizer...

Melhor do que a minha lembrança, ficam aqui as da Ana, da f., da Irene, do Paulo, da Ana, e da Shyz.

Porque esquecer é deixar morrer, para mim, o provador de venenos continua vivo. E continuará. Para sempre.

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2 comentários

De Ines a 21.06.2014 às 13:16

Como não tenho o seu mail pessoal, deixo-lhe por aqui um grande agradecimento em meu nome, e em nome da minha família, pelas suas palavras. O meu pai fazia anos a 8 de Agosto, dia que ele gostava muito e passava na companhia de familiares e amigos. Um grande bem haja pela sua amizade.

Inês Ferreira e Castro

De Pedro Figueiredo a 04.08.2014 às 02:26

Obrigado eu, Inês. Pela sua resposta. Dia oito do mês oito está próximo. Não será esquecido.

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