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04
Jun

Desafio à credulidade

por Nuno Oliveira

Há três anos, quando Assis defendeu as primárias, Seguro defendeu que a forma de aproximar os cidadãos era "uma nova forma de fazer política". Há um ano, aquando do último congresso e enquanto um grupo de 45 jovens militantes propunha uma série de alterações tendo em vista a abertura do partido, António José Seguro propôs -  adivinharam! - uma "nova forma de fazer política". Agora, Seguro avança com a proposta de primárias sem explicar o que falhou na "nova forma de fazer política".



No passado, quando Guilherme Pinto teve de abandonar o partido para responder ao que considerava um apelo popular à sua recandidatura também não se viu da parte da direcção do partido qualquer leitura crítica da sua opção por primárias de acesso exclusivo a militantes em contraponto às primárias abertas a independentes.


Esta ausência de leitura crítica faz com que a proposta de Seguro e da actual direcção seja um enorme desafio à credulidade dos militantes e simpatizantes do PS. E é também a razão maior porque a maioria dos militantes vê nesta proposta um mero expediente dilatório.


Nós percebemos que não gostam muito da ideia das primárias abertas a independentes. Mas pelo menos não estraguem uma boa ideia associando-a a um mero expediente de ocasião.


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