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12
Jul

Quando o Primeiro-Ministro de Portugal declara em conferência de imprensa que o funcionamento do Conselho Europeu de Ministros das Finanças é “um processo opaco e juridicamente discutível”, em que as suas dissensões internas são ignoradas em favor de “uma unanimidade artificial para o exterior”, não está a descrever uma instituiço democrática. Muito pelo contrário.



Talvez isto sirva para acordar os euro-entusiastas que ainda acham que a UE é algo que tem valores democráticas, em vez de ser uma ameaça à própria democracia.

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