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12
Jul

Quando o Primeiro-Ministro de Portugal declara em conferência de imprensa que o funcionamento do Conselho Europeu de Ministros das Finanças é “um processo opaco e juridicamente discutível”, em que as suas dissensões internas são ignoradas em favor de “uma unanimidade artificial para o exterior”, não está a descrever uma instituiço democrática. Muito pelo contrário.



Talvez isto sirva para acordar os euro-entusiastas que ainda acham que a UE é algo que tem valores democráticas, em vez de ser uma ameaça à própria democracia.

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1 comentário

De Jaime Santos a 12.07.2016 às 16:50

'Is that news?' Desde da admissão a Varoufakis que o Eurogrupo é um grupo informal sem regras escritas definidas que sabemos isso. A tradição também é fonte de Direito, mas não exageremos. Não tome os euro-entusiastas (ainda existem?) por ingénuos. E também não vale vir lançar grandes arengadas contra a UE por causa de uma coisa que toda a gente sabe. O que é necessário (e que ainda ninguém fez, para não arranjar chatices, esperemos que Costa não faça aqui o papel de Tsipras) é usar as regras comunitárias que existem para contestar a situação vigente, que é uma de facto, mas está longe de ser de Direito...

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