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05
Fev

"No final de 2014, a população desempregada reduziu-se em 110 mil pessoas face a 2013, mas apenas
um quinto conseguiu voltar ao mercado de trabalho, tendo a maior parte passado para a inactividade ou
abandonado o país."

"Os dados do INE mostram que a população empregada apenas teve um aumento de 22,7 mil pessoas, o que significa que só 21% dos que deixaram o desemprego passaram para a situação de empregados. Outros 55% terão saído do país, acompanhando a redução da população total na ordem das 60 mil pessoas. Já os restantes 24% passaram a fazer parte da população inactiva, que aumentou em 26,4 mil pessoas (seja porque se reformaram, são estudantes ou outras situações)."

Em bonecos:

gr.png

Ou seja, por outras palavras: quase 80% da diminuição de desemprego verificada (e, mesmo assim, em subida no último trimestre de 2014), deve-se em primeiro lugar à emigração (55%) e, em segundo lugar, às pessoas que desistem de procurar emprego (24%).

Se a balela da "diminuição do desemprego" não é um conto de crianças, então tenho dificuldade em saber o que seja.

 

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.» Ortega y Gasset