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Nos últimos dias, a mesma direita que em legislaturas não muito distantes teve partidários fanfarrões travestidos de diretores de jornais - dedicados a criar inventonas atrás de inventonas - como seus doutrinários, é a mesma direita que reencontra em Henrique Raposo o seu novo "líder espiritual" para malhar nos professores, nos sindicatos e, particularmente, em Mário Nogueira.

Como se pode ver na crónica publicada no Expresso, que podia muito bem ter sido publicada no "Povo Livre", do passado dia 18, Henrique Raposo disserta sobre a vida profissional e sindical de Mário Nogueira, como resposta aos acontecimentos gerados pelos erros - de opção política e de gestão política - do Governo e, em particular, do Ministro da Educação e Ciência. O nível de aplausos e de louvores a este "Nigel Farage português" tem sido tão assinalável quanto surpreendente, o que comprova duas matérias: a primeira é que, indubitavelmente, é preciso reforçar o ensino de introdução à filosofia no ensino secundário, tal é a incapacidade de reconhecer uma falácia; a segunda é que, efetivamente, ainda, existe um número substancial de cúmplices deste governo e das suas políticas.

A resposta, num futuro próximo, é para dar nas urnas.

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