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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

28
Nov14

O poder dos impotentes

CRG

 

“The loneliest moment in someone’s life is when they are watching their whole world fall apart, and all they can do is stare blankly.”

"The Great Gatsby" - F. Scott Fitzgerald

 

Desde o início da crise que o sentimento predominante na sociedade portuguesa é o de impotência: o colete de forças institucional europeu, que voluntariamente vestimos, reforçou o mantra "não há alternativa".

 

Ao mesmo tempo, quase todas as instituições de relevo, quer sejam financeiras, políticas, reguladoras, judiciais, viram a sua credibilidade abalada, cujos efeitos ainda estão por avaliar na sua exacta extensão.

 

Neste contexto, em que nos sentimos só e impotentes, surge a tentação do cinismo, de nos desligarmos do mundo e rotular tudo sob o signo da igualdade medíocre - a maior fonte de apoio de partidos populistas.

 

Por isso, mais do que nunca, é necessário que exista um esforço acrescido na luta contra a preguiça conservadora, contra o cansaço, contra a resignação: "Keep cool, but care".

27
Nov14

"Estamos pior ou melhor que em 2011?" Take 2

mariana pessoa

Aqui, o Sérgio Lavos confrontava as declarações do PM no seu discurso de abertura do Congresso do PSD com dados estatísticos. Prosseguiremos, pois, com mais dados, mas em bonecos, para facilitar:

Então: estamos pior ou melhor que em 2011?

População activa: em 2013 menos pessoas em condições para trabalhar do que em 2011. Simplesmente o motor do PIB e da sustentatabilidade de todos os sistemas:

 

 

pop activa.png

Fonte: INE

População activa (INE): população com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, constituía a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (população empregada e desempregada).

Nota: apresento dados que terminam em 2013 porque não há ainda, naturalmente, resultados globais do ano de 2014.

27
Nov14

Da série "reformas estruturais" (malabarice, disse ele)

mariana pessoa
26
Nov14

Cuspir para o ar

Pedro Figueiredo

A declaração do primeiro-ministro logo após a detenção (ainda sem serem conhecidas as medidas de coacção) do ex-primeiro-ministro, de que os "políticos não são todos iguais" diz muito da (in)violável ideia de presunção de inocência do arguido (e não réu) de Passos Coelho.

 

Ainda que dita num contexto que não o caso de José Sócrates, como não acredito na ingenuidade do primeiro-ministro, resta-me concluir que a escolha desta declaração, sobretudo no momento em que foi proferida, é tão grave quanto triste, para além de banalidade populista.

 

Quem cospe para o ar...

Pág. 1/4

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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