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14
Nov

Há três meses, Passos Coelho anunciou, num parque aquático que o protegeu da contestação que se fazia ouvir na rua, que o país estava “mais próximo de vencer a crise” e de “voltar uma das páginas mais negras da história”.

 

Mas disse mais: “No que é importante, não falhámos. Era importante controlar o défice e fizemo-lo.”.

 

Três meses volvidos, o Diário Económico confirmou aquilo que já se suspeitava: no que era “importante”, o défice, o falhanço é total e nem a nova meta, anunciada aquando da 5.ª revisão do memorando, vamos conseguir atingir. A execução orçamental continua em descalabro e a economia mantém a trajetória de queda livre.

 

“Ir além da Troika” está a confirmar-se como uma teimosia delirante, cujo custo para a sociedade é cada vez mais insuportável, enquanto o Orçamento do Estado para 2013 promete mais do mesmo. Se o que importava era controlar o défice, Passos Coelho e Vítor Gaspar estão a confirmar, da pior maneira possível, a sua total inadaptação e evidente incompetência para as funções que desempenham.

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