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As notícias insistentes e consistentes da saída de Paulo Portas para a Comissão Europeia só vêm confirmar este governo e esta maioria como o maior factor de instabilidade de todo o período de assistência financeira. 

Ao contrário do que aparece noticiado, mais que uma contrapartida para uma futura coligação às eleições legislativas a indicação de Portas para a Comissão Europeia para ser a contrapartida por Paulo Portas ter aceite recuar na sua irrevogável demissão.

Significaria que o Presidente seria confrontado a demissão do líder do partido júnior da coligação poucos meses depois de ter sido eleito em congresso ou, em alternativa, caso não houvesse demissão significaria que o Governo deixaria de contar com a presenção do líder do CDS o que Cavaco já considerou inaceitável.

A confirma-se, esta saída de Paulo Portas seria (mais) uma perturbação na vida e na orgânica deste Governo. Perturbação de que este Governo parece ter uma dependência patológica.

Verificando-se Cavaco Silva deve fazer o que já há muito deveria ter feito em nome do tão falado "interesse nacional" e em nome da tão defendida "estabilidade": dissolver a Assembleia de República e convocar eleições legislativas antecipadas.

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