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13
Nov

aqui me tinha referido brevemente à malabarice dos discursos sobre a “devolução da credibilidade” e o “reconhecimento dos mercados”, com que o Governo nos tem tentado distrair, chamando a si o mérito por algo que, ao que parece, ninguém fora de São Bento consegue vislumbrar.

 

Hoje foi a vez da Reuters escrever sobre Portugal. E as conclusões não poderiam ser mais esclarecedoras:

 

 

Popular patience and political consensus has begun to fray in Portugal -- there is a general strike on Wednesday -- whereas Ireland, who voted in a centre-right led coalition with a record majority last year has enjoyed industrial peace disturbed only by the occasional, relatively small protest.

 

That would explain why while both have witnessed big bond market rallies in recent months, the yield on 10-year Portuguese debt is still almost twice that of Ireland's at 8.89 percent.

 

[…]

 

"But with Portugal the question of a second bailout will not go away. One can't help noticing the quality of their fiscal work is deteriorating as is the political situation.

 

"Basically, investors are asking, how the hell will Portugal grow."

 

Enquanto o Governo continua, esforçadamente, a tentar atirar-nos areia para os olhos, aqui fica o link para o artigo na íntegra.

 

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.» Ortega y Gasset