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05
Jan

Quatro páginas quatro do Público a classificar como demagógica a decisão de Hollande de aplicar uma taxa marginal de 75% a rendimentos superiores a 1 milhão de euros. Seria interessante que se publicasse também uma tabela com o rendimento bruto, a taxa marginal máxima, a taxa efectiva e o rendimento líquido para que melhor se entendesse o significado prático desta taxa marginal de imposto. Como pode alguém defender que é demagógico pretender a moderação de salários na ordem dos milhões de euros?

 

Não deixa de ser curioso como a linguagem pública consegue ser tão moralizante nuns domínios e tão pouco moralizante noutros. Não deixa de ser curioso que ninguém questione a forma de atribuição de valor ao trabalho. O que justifica a atribuição de rendimentos desta ordem de grandeza de milhões de euros e o que justifica a atribuição de rendimentos da ordem do salário mínimo. Todos os que não defendem o darwinismo social, que deixaria cada um entregue à sua sorte e todos entregues à sorte do mercado, se devem questionar de como atribuir valor ao trabalho e que instrumentos nos devemos socorrer para moderar esse valor.

 

Porque o Estado existe, entre muitas outras coisas naturalmente, justamente para dizer que não é admissível uma sociedade permitir-se encontrar numa mesma empresa pessoas a receberem 400 euros e outras 4 milhões de euros (para efeitos ilustrativos são usados valores de referência para o caso português e não francês, claro). E aliás, não só não é admissível como é esta desigualdade contraproducente do ponto de vista económico, como aliás não deixa de ser curioso mesmo em Portugal Passos e Gaspar já o reconheceram.

 

Não é coincidência aliás, conforme desenvolvem muitos autores, que a Grande Prosperidade pós II Grande Guerra tenha convivido com significativas taxas marginais de imposto no último escalão.

 

 (imagem retirada do Público de hoje)

 

Se alguma insuficiência se pode apontar à proposta francesa é o facto de eventualmente não ser integrada numa proposta mais abrangente de combate às desigualdades. Onde, naturalmente, teria de ter lugar o englobamento dos rendimentos de capital.

 

É assim natural que se diga que a proposta e o discurso de Hollande serão insuficientes. Mas sendo insuficiente é sem dúvida necessária. E, num tempo em que muitos técnicos gostam de defender a corrida para o fundo na fiscalidade, pode não ser irrelevante que um país avance sozinho, servindo de exemplo e ajudando a pressionar os restantes países.

 

Curioso como durante décadas um discurso semelhante foi imposto na taxa sobre transacções financeiras (FTT) que entretanto parece já ter feito o seu caminho no espaço político apesar de ainda não estar implementada. E recorde-se como também na FTT é pertinente o argumento de ser necessária uma concertação de diversos países para o arranque da medida, mas como isso não impediu Sarkozy de defender a sua aplicação unilateral.

 

Esta medida, agora implementada em França, será um óptimo factor de pressão para que se discutam em França, em Portugal, na União Europeia, as desigualdades e as formas de as minorar. Assim haja vontade política.

 

O primeiro tomo da série versou sobre o salário mínimo. 

 

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51 comentários

De makarana a 05.01.2014 às 21:14

Nuno,o seu texto é uma prova sincera de que alguns setores políticos são avessos á criação de riqueza,ao investimento e á iniciativa privada. É uma boa decisão sem duvida..para a Bélgica,Suiça e restantes países onde a riqueza não é punida,que irão receber contribuintes que irão sair de França :).
Não é a imitar a Cuba,URSS e Venezuela que irá desenvolver o pais
Os salários aumentam conforme a produtividade de cada trabalhador. É este o mecanismo decisor da evolução salarial

De Nuno Oliveira a 05.01.2014 às 22:57

Os salários aumentam conforme a produtividade? Isso não é correcto. Melhor, não é certo. O empregador pode atribuir o aumento da produtividade exclusivamente aos seus altos quadros e recompensá-los por isso.

Atente-se justamente o exemplo dos EUA:

http://www.nakedcapitalism.com/wp-content/uploads/2013/05/Screen-shot-2013-05-08-at-4.11.45-PM.png

Não, não tenho qualquer nem com a criação de riqueza nem com o investimento nem com a iniciativa privada. Sugiro-lhe o The Spirit Level (ou Espírito da Igualdade na versão portuguesa) para confirmar que a luta contra as desigualdades não tem de vir acompanhada dos fantamos que refere:

http://www.theguardian.com/books/2009/mar/13/the-spirit-level

De makarana a 05.01.2014 às 23:37

Os salários aumentam conforme a produtividade? Isso não é correcto. Melhor, não é certo. O empregador pode atribuir o aumento da produtividade exclusivamente aos seus altos quadros e recompensá-los por isso"
Mas não é diminuindo o rendimento dos patrões que se resolve a situação dos trabalhadores. ÉO objetivo não é combater a riqueza, é combater a pobreza,como Olof Palme bem disse.
O que é portanto necessário,não é distribui a pobreza,o que não se cria,mas sim fazer tudo o possível para todos terem mais dinheiro.Tornar todos mais ricos,e não fomentar a inveja social.
A Suécia é o que é hoje devido ás reformas liberais feitas pelo Partido Moderado de 91 a 94.A Dinamarca também passou por algo semelhante.
Sem falar no caso do SPD que tornou a Alemanha no colosso que é hoje,praticando uma politica económica práticamente de direita.

A verdade dura é que sãpoo os empresários que criam riqueza. Quem cria empregos são as empresas.Só se investe se houver condições jurídicas,laborais e politicas que diminuam o risco da criação de emprego.
Quanto mais carga fiscal houver.menosinvestimento existe e mais fuga ao fisco haverá. É o menos mal possível
A luta contra as desigualdades não pode ser feita á custa do sacrifício da criação da riqueza e da hostilização da iniciativa privada,como o Nuno parece-me efetivamente fazer,embora admitindo eu que inconscientemente.
Eu proponho melhor que uma sociedade menos desigual:uma sociedade mais rica

De :P a 07.01.2014 às 14:13

Há quem diga que quem produz riqueza são os consumidores.

De makarana a 07.01.2014 às 14:36

E á quem diga que os consumidores só consomem se houver algo produzido para eles consumirem.
Se fosse pelos consumidores,Portugal tinha tido altas taxas de crescimento económico na década passada,algo que não sucedeu

De Prof. Português a 07.01.2014 às 15:38

Esse makarana devia aprender a escrever antes de vir para aqui dizer disparates.

De makarana a 07.01.2014 às 15:40

idem senhor professor,idem

De Prof. Português a 07.01.2014 às 15:43

Mas veja lá se aprende a escrever e se tiver tempo, compre também um manual de economia.

Talvez deixasse de dizer tantas asneiras.

De makarana a 07.01.2014 às 15:46

Mas veja lá se aprende a escrever e se tiver tempo, compre também um manual de economia.

Talvez deixasse de dizer tantas asneiras"
Compre você.E um espelho não seria também má ideia ter,para não acusar os outros daquilo que você faz.
Mais não digo.Adeus

De Anónimo a 07.01.2014 às 15:48

Você não sabe escrever.

Não sabe nada de economia.

É um perfeito ignorante que nada sabe.

Eduque-se em vez de vir para aqui dizer asneiras.

De makarana a 07.01.2014 às 15:50

E você sabe o que de economia,diga-me para eu aprender então ehehehehehehe

De Prof. Português a 07.01.2014 às 15:51

Vá a uma livraria e compre uns livros.

Pode ser que aprenda alguma coisa.

Vai ver que deixa de dizer tanta asneira.

De makarana a 07.01.2014 às 15:52

Quais livros? Recomendas-me quais?

De bom pá se os livros dessem inteligência a 07.01.2014 às 23:49

a interneta tava cheia de génios

compre uns livros?

porque não roube uns livros...ou arranje um racket que dê free books

uma biblioteca por exemplo

essa mania de comprar...

De 1º a taxa é ssobre rendiments a 06.01.2014 às 01:50

logo se uma euromilionária com 53 milhões declarar o que ganha em juros digamos de 3%...em vez de milhão e meio em juros deduzidos de 50% recebe apenas 0,75% em juros

do mesmo modo quem ganhe 900. 000 por ano receberia apenas 450 mil

e quem ganhasse 1200.000 com um imposto de 75% levava 300 mil para casa

de facto é um imposto justo e distribuitivo

adevia até ser de 99%

pois o salário do messi ou do christian rounaldou nisso num se merche romero...

enfim lá morreu o eusébio,,,,o almeida santos foi ao velório logo aparentemente está vivo
que um país meta 50 mil carpideiras por um futreboleiro e a áfrica do sud faça o mesmo por um político é de facto sintomático do estado a que já tinhamos chegado há bué....

haja carracóis

De SSD a 05.01.2014 às 23:35

Cada um tem o seu ponto de vista.

Agora a sua argumentação não colhe nem sequer é corroborada pelas evidências empíricas.

Então não é que vários países capitalistas aplicaram taxas bastante progressivas sobre os rendimentos do trabalho e mesmo assim obtiveram grandes taxas de crescimento económico.

E já agora os países socialistas também lograram obter taxas de crescimento bastante elevadas apesar de seguirem um modelo de economia planificada.

Como vê, a sua teoria tem mais buracos que um queijo suíço.

De makarana a 05.01.2014 às 23:39

Então não é que vários países capitalistas aplicaram taxas bastante progressivas sobre os rendimentos do trabalho e mesmo assim obtiveram grandes taxas de crescimento económico"
Pois foi..foi,já não é..Mas esse modelo económico tinha como base o aumento da demografia,e um preço de petróleo e matérias-primas baixas.Ora,tudo isso acabou em 1973,com a crise do petróleo.

E já agora os países socialistas também lograram obter taxas de crescimento bastante elevadas apesar de seguirem um modelo de economia planificada."
E tinham filas para o pão,etc etc.

De SSD a 06.01.2014 às 15:24

Os factos desmentem completamente aquilo que você afirma.

O facto é que não foram as taxas marginais elevadíssimas que impediram que esses países tivessem elevadas taxas de crescimento. Ou seja, fica provado as taxas marginais não têm qualquer influência significativa no crescimento económico.

E quanto aos países socialistas a verdade é que estes lograram obter elevadas taxas de crescimento promovendo uma equilibrada distribuição do rendimento.

Um conselho, vá ver as filas da sopa dos pobres no Portugal de Passos, Portas & Cia. Essas são mesmo reais!

De makarana a 06.01.2014 às 15:29

O facto é que não foram as taxas marginais elevadíssimas que impediram que esses países tivessem elevadas taxas de crescimento. Ou seja, fica provado as taxas marginais não têm qualquer influência significativa no crescimento económico."
Você é que só responde com insultos e sem provas nenhumas do que está a dizer.O que eu disse não foi desmentido: que o crescimento até 73 era insustentável,e falso,não era um crescimento sustentável.
Quanto aos países socialistas,foram tão bem sucedidos que acabaram todos no longínquo ano de 89,e a URSS desmanchou-se.
Prefiro o atual sistema do que aquele que matou milhões e milhões de cidadãos nos gulags e no Camboja no mundo,e que mantém dinastias politicas no poder.

De SSD a 06.01.2014 às 15:48

A mim o que interessa são os factos.

Em primeiro lugar as taxas marginais sobre o rendimento não têm qualquer influência sobre o crescimento económico.

Em segundo lugar, os países de economia planificada conseguiram obter taxas de crescimento bastante elevadas promovendo uma distribuição equitativa do rendimento.

Como vê, os seus argumentos não fazem o mínimo sentido.

Eu mantenho o mesmo conselho que é ir ver as filas da sopa dos pobres do Passos, Portas & Cia. Essas são mesmo reais!

Agora se você prefera a miséria e a desigualdade características de uma economia capitalista altamente financeirizada tudo bem.

De makarana a 06.01.2014 às 16:00

Em primeiro lugar as taxas marginais sobre o rendimento não têm qualquer influência sobre o crescimento económico."
Nãoooo..que ideia absurda! Que ideia absurda o estado espoliar fiscalmente os cidadãos

Em segundo lugar, os países de economia planificada conseguiram obter taxas de crescimento bastante elevadas promovendo uma distribuição equitativa do rendimento."
Quais? Cuba e Coreia do Norte são economias desenvolvidas'

Agora se você prefera a miséria e a desigualdade características de uma economia capitalista altamente financeirizada tudo bem"
E como era na URSS e na Coreia do Norte?

De Anónimo a 06.01.2014 às 16:11

Você continua a demonstrar que não consegue aceitar os factos.

Em primeiro lugar, as taxas marginais não têm qualquer influência sobre o crescimento económico de um país. Vide os exemplos que eu já dei.

Em segundo lugar, as economias planificadas lograram obter elevadas taxas de crescimento com uma distribuição equitativa dos rendimentos.

Ou seja, fica claro que você defende a miséria e desigualdades das economias capitalistas altamente financeirizadas.

Os seus argumentos não fazem sentido nenhum.

Vá mas é ver as filas dos pobres do Passos, Portas & Cia.

Esse é o resultado das políticas que você defende.


De makarana a 06.01.2014 às 16:14

Em primeiro lugar, as taxas marginais não têm qualquer influência sobre o crescimento económico de um país. Vide os exemplos que eu já dei.

Em segundo lugar, as economias planificadas lograram obter elevadas taxas de crescimento com uma distribuição equitativa dos rendimentos."
Então está na hora de lhe fazer umas perguntas?
Como podem ser factos,se houver não põs nenhuma prova de que isso seja comprovado?
Se as economias planificadas eram um êxito e melhores do que estas economias financeiras,então porque é que a URSS foi desmantelada? Porque é que os regimes comunistas fracassaram sempre? Porque é que ainda hoje tantos cubanos fogem de Cuba sempre que podem?

De SSD a 06.01.2014 às 16:29

A mim parece-me que quem está a fugir da realidade é você.

É que não acerta uma.

Só diz asneiras.

É mais um sintoma de que está profundamente errado.

Os seus argumentos já foram desmontados.

Você defende a miséria do sistema capitalista altamente financeirizado.

Vá ver o lindo trabalho desse sistema.

Milhares de pessoas que fogem de Portugal e as sopas dos pobres do Passos, Portas & Cia.

É esta a realidade que lhe custa a aceitar.

De makarana a 06.01.2014 às 16:31

A mim parece-me que quem está a fugir da realidade é você?"
Porquê?E porque não no meu amigo? Apresentou-me alguma prova das suas teorias?

Você defende a miséria do sistema capitalista altamente financeirizadoQ
E voc~e defende a morte de milhares de cidadãos e das suas posses

De SSD a 06.01.2014 às 16:37

Você é que está completamente fora da realidade.

Mas a verdade é que não há prova nenhuma que indique que as taxas marginais tenham qualquer influência no crescimento económico.

Aliás, as taxas marginais baixaram bastante e não foi por isso que a economia passou a crescer mais.

Porém, a desigualdade aumentou bastante.

Quanto às economias planificadas, também está provado que as mesmas conseguem obter taxas de crescimento económico elevadas promovendo uma distribuição mais equilibrada dos rendimentos.

Ou seja, tudo o que você defende é a miséria e as desigualdades das economias capitalistas financeirizadas.

De makarana a 06.01.2014 às 16:42

Mas a verdade é que não há prova nenhuma que indique que as taxas marginais tenham qualquer influência no crescimento económico."
O crescimento económico depende do investimento,que gera poupança.Quanto maior a taxa sobre o rendimento,menor é o dinheiro,
Você também não tem provas do que diz..
O meu amigo sabe que houve uma grande crise económica nos anos 70 e 80 não sabe? E nessa altura vigoravam essas politicas<? Quanto às economias planificadas, também está provado que as mesmas conseguem obter taxas de crescimento económico elevadas promovendo uma distribuição mais equilibrada dos rendimentos." Ai sim? Onde estão essas provas? Ou seja, tudo o que você defende é a miséria e as desigualdades das economias capitalistas financeirizadas" Eu não.Defendo o modelo económico do Canadá,Austrália,Holanda,Dinamarca ou Alemanha. Mas você não me respondeu a esta pergunta: porque é que os países comunistas falharam?

De SSD a 06.01.2014 às 16:49

O crescimento económico é medido através do crescimento do PIB.

E tanto o sector público com o sector privado contribuem para o crescimento económico.

Não há qualquer impacto das taxas marginais no crescimento do PIB.

Relativamente às economias planificadas, estas conseguem obter taxas elevadas de crescimento económico. Além disso, a riqueza encontra-se muito mais bem distribuída pela população em vez de estar concentrada na mão de uns poucos.

Você defende é a pobreza e miséria do sistema capitalista financeirizado.

É o modelo das filas da sopa dos pobres do Passos, Portas & Cia.

Esse modelo falhou e não serve os interesses da pessoas.

De makarana a 06.01.2014 às 16:52

O crescimento económico é medido através do crescimento do PIB.

E tanto o sector público com o sector privado contribuem para o crescimento económico.

Não há qualquer impacto das taxas marginais no crescimento do PIB.
Quais as suas provas disso?
Poreque é que os regimes comunistas falharam? Dê-me um exemplo do que diz!

De SSD a 06.01.2014 às 16:54

Você é que continua a dizer que as taxas marginais influenciam o crescimento económico.

Mas até agora não conseguiu provar nada.

Os factos são bastante claros e demonstram que isso não tem influência nenhuma. É simplesmente indiferente.

O que você defende é o sistema falhado do capitalismo altamente financeirizado.

Esse sistema só traz miséria e desigualdades.

De makarana a 06.01.2014 às 16:56

Os factos são bastante claros e demonstram que isso não tem influência nenhuma. É simplesmente indiferente"
Quais factos? Só vi a sua palavra e todos os seus países serem os mais pobres do muindo.Mais nada

De SSD a 06.01.2014 às 17:02

Você não conseguiu apresentar argumentos.

Limita-se a defender a miséria e as desigualdades que são características do sistema capitalista financeirizado.

Você defende o fracasso e a pobreza.

E continua a não ter capacidade de sustentar o que disse.

Vá mas é ver as filas da sopa dos pobres do Passos, Portas & Cia.

De makarana a 06.01.2014 às 17:03

Você não conseguiu apresentar argumentos."
Quais foram os seus? Quais as suas provas?

De Anónimo a 06.01.2014 às 17:05

Você não apresentou provas,

Você defende a pobreza do capitalismo financeirizado.

É um acérrimo defensor das desigualdades geradas pelo fracasso do capitalismo.

Mas depois nem sequer consegue sustentar o seu raciocínio.

Os seus patrões Passos, Portas & Cia. têm de lhe dar melhor formação.

De makarana a 06.01.2014 às 17:08

Você não apresentou provas,

Você defende a pobreza do capitalismo financeirizado"
E você também não apresentou provas.Não apresentou .Não cosegue provar que o Comunismo resultou.Não tem provas.Nenhuma
PS: qual é a sua opinião sobre o Partido Socialista e as politicas de Sócrates? Enquadram-se na esquerda ou na direita?

De SSD a 06.01.2014 às 17:12

Você continua a desviar a conversa.

A mim o que me interessam são os factos.

E o facto é que as taxas marginais são indiferentes quando falamos do crescimento económico.

E que as economias planificadas conseguiram obter taxas elevadas de crescimento com muito menos desigualdades que as economias capitalistas.

E isso acontece exactamente porque é tanto é crescimento económico aquele que é gerado pelo sector privado como o que é gerado pelo sector público.

Quanto ao capitalismo financeirizado, é um modelo que gera muitas desigualdades e miséria. Portanto não o posso defender e considero que é um fracasso.

Daí que defendo que se apliquem taxas elevadas sobre os rendimento mais altos.

De makarana a 06.01.2014 às 17:14

A mim o que me interessam são os factos.

E o facto é que as taxas marginais são indiferentes quando falamos do crescimento económico.

E que as economias planificadas conseguiram obter taxas elevadas de crescimento com muito menos desigualdades que as economias capitalistas.

E isso acontece exactamente porque é tanto é crescimento económico aquele que é gerado pelo sector privado como o que é gerado pelo sector público"
Tem ai dados ou provas? Porque senão,descuulpe,mas se não houver provas do que diz não são factos.São palavras

Daí que defendo que se apliquem taxas elevadas sobre os rendimento mais altos"
E se esses rendimentos não quiserem pagar? Como é que os vai obrigar?

De SSD a 06.01.2014 às 17:21

Você até agora não apresentou argumentos.

Eu já disse tudo o que tinha a dizer.

Os impostos marginais não têm qualquer influência sobre o crescimento económico.

As pessoas que pagam os impostos são as que o devem fazer de acordo com a lei de cada país. Se não pagarem os impostos vão lhe penhorar os bens. É assim que acontece em Portugal.

De makarana a 06.01.2014 às 17:26

Eu já disse tudo o que tinha a dizer"
Não não disse~.Não apresentou nenhuma prova nem nenhum argumentou.Por isso ficamos assim

As pessoas que pagam os impostos são as que o devem fazer de acordo com a lei de cada país. Se não pagarem os impostos vão lhe penhorar os bens. É assim que acontece em Portugal"
E podem também ir para países onde pagam menos impostos,sabia?

De SSD a 06.01.2014 às 17:32

Você é não apresentou provas e limitou-se a atirar coisas para o ar.

Não sustentou nada do que disse.

Portanto não vale a pena dizer mais coisas sem fundamento.

Eu mantenho o que disse e que você não conseguiu refutar.

Agora as pessoas são livres de fazerem aquilo que querem.

De makarana a 06.01.2014 às 17:34

Refutei sim.Você é que ignorou,como lhe convinha
Eu pedi-lhe provas que impostos altos não afectam crescimento económico.E que a economia planificada resultava.Você não me deu uma prova.sequer.Nada

De SSD a 06.01.2014 às 17:39

O facto é que você não refutou nada.

As taxas marginais não têm qualquer influência no crescimento económico.

As economias planificadas conseguiram obter taxas elevadas de crescimento económico promovendo uma distribuição mais equitativa da riqueza.

Você não conseguiu apresentar argumentos nenhuns.

Os seus patrões não devem estar nada contentes com a sua perfomance.

Tanta conversa e só demosntrou o quão profundamente errado está.

De makarana a 06.01.2014 às 21:16

As economias planificadas conseguiram obter taxas elevadas de crescimento económico promovendo uma distribuição mais equitativa da riqueza."
E esses foram quais?

De :P a 07.01.2014 às 13:26

Durante alguns anos do programa New Deal nos EUA a coisa ultrapassou os NOVENTA por cento.

De :P a 07.01.2014 às 13:32

Dinamarca (esse país miserento) -casal com 2 filhos, ela professora ele polícia - 60% do rendimento para impostos.

De makarana a 07.01.2014 às 13:35

Na Dinamarca ganhase o triplo ou o quadruplo do que um português ganha. É uma economia diferente da nossa com uma ainda mais diferente situação económica da nossa. É comparar o "orifício do rabo" com a feira de borba

De :P a 07.01.2014 às 18:18

Verdade, mas continuam a ser SESSENTA por cento dos rendimentos de um polícia e uma professora.
P.S. Gostei da comparação :D

De makarana a 07.01.2014 às 18:19

Têm dinheiro para pagar esses impostos.Só assim

De makarana a 07.01.2014 às 18:22

E têm liberdade de escolha para os serviços públicos,mercado de trabalho ultraliberal em que o despedimento é completamente á escolha do patrão, pagando o estado um bom subsidio de desemprego

De SSD a 06.01.2014 às 17:21

Você até agora não apresentou argumentos.

Eu já disse tudo o que tinha a dizer.

Os impostos marginais não têm qualquer influência sobre o crescimento económico.

As pessoas que pagam os impostos são as que o devem fazer de acordo com a lei de cada país. Se não pagarem os impostos vão lhe penhorar os bens. É assim que acontece em Portugal.

De disse nada cê escreveu bué... a 06.01.2014 às 18:15

tão todos fora da realidade pá

o preto mais famoso desde othelo o mouro não o saraiva de carvalho quinou o ano passado e por mania de imitação tamém arranjámos um só nosso

faltam mais 359 dias pró fim do ano

pelo menos este começou bem

auspicioso

schumaker esse evasor fiscal merckel....enfim só boas notícias

e os funerais aumentam os gastos da maralha

são bons prá economia

le france 24 já deu 38 segundos ao sébio na última meia-hora

se não fossem os bombistas e a neve nos eua

e se o funeral fosse numa praia alogarvia tinhamos uma exposição mundial e 500 mil turistas extra no inverno

até temos bielorussos no funeral

podiam era ter feito isto num dia sem chuva...

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