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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

02
Jan14

Um Presidente (pouco) marcante

Nuno Oliveira

"As decisões que forem tomadas nos próximos dias irão condicionar o futuro dos Portugueses durante vários anos" quando propôs o "o compromisso de salvação nacional" afirmou Cavaco. Ontem? Não, não. Em Julho de 2013 (aqui).

 

Ontem afirmou que "o que fizermos este ano irá condicionar o nosso futuro durante muitos anos" ao propôr um "compromisso político de médio prazo" (aqui).

 

A banalidade das suas declarações não resiste ao escrutínio. Os tempos imediatamente próximos serão sempre decisivos. Da mesma forma que os elogios fúnebres registam sempre personalidades marcantes.

 

Um Presidente que assim fala e age perde qualquer autoridade política. E é justamente essa falta de autoridade que determina o falhanço a que estão votadas as suas iniciativas. É caso para dizer que a decisão dos portugueses em 22 de Janeiro de 2006 condicionou o nosso passado recente e vai condicionar o nosso futuro durante mais - suspiro -  três dois longos longuíssimos anos.

 

 

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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