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15
Dez

Pode haver quem julgue haver má-fé nas declarações de Marques Mendes sobre a gestão da bancada por ocasião das negociações da reforma do IRC. O dolo de apresentar o PS como tendo facções sectárias e estáticas no tempo. Como se os processos partidários de identificação correspondessem automaticamente a dissensões quando são registados nos partidos de oposição e fossem salutares dinâmicas doutrinárias quando acontecem nos partidos do poder.

 

Se pode haver quem julgue haver má-fé da parte de Marques Mendes, já eu julgo que Marques Mendes mantém intacta a sua perspicácia para as dinâmicas partidárias. A mesma perspicácia que fez que deixasse de ser líder do PSD num ápice.

 

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