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18
Nov

Ia escrever que nunca concordo com o César das Neves quando notei que ele hoje escreveu isto: "Eu, no medíocre quotidiano, continuo a mesma mesquinha criatura que sempre fui." Quem sou eu para discordar?

 

E hesito sempre sobre se vale a pena rebater as suas boutades por serem não poucas vezes disparatadas. Mas a resposta é invariavelmente afirmativa porque o senhor tem projecção mediática assinalável e nunca se deve perder uma oportunidade para uma boa discussão.

 

Mas qualquer coisa que venha daquele senhor é sempre uma amálgama de contradições. E falo de contradições com significado. Não contradições menores. Ou talvez não seja contradição mas antes um número de ilusionismo que espante as crianças lá em casa.

 

Ora, reparem. Aqui, quando o salário mínimo sobe, sobem também os outros níveis salariais, para interesse dos funcionários públicos:

Mas,  quando voltarem a olhar esse aumento subsequente desapareceu. Apenas porque queremos dizer que é fácil aos Governos aumentar o salário mínimo porque "não afecta nada" a função pública. Quantas perguntas julgam ser necessárias para desaparecer esta argumentação? 20?, 10? Apenas 3. O grande ilusionista César das Neves precisa de apenas três perguntas de permeio para fazer desaparecer uma argumentação e surgir a argumentação contrária! Bravo!

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.» Ortega y Gasset