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365 forte

Sem antídoto conhecido.

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13
Nov13

Louçã e as primárias

Nuno Oliveira

Há poucos animais mais perigosos, num país desesperado, do que os populismo, escreve Louçã. Apetece corrigir para Há poucos animais mais perigosos, num país desesperado, do que os espantalhos.

 

Louçã diz que as primárias não são a salvação. Não sei se alguém se terá referido às primárias nesses termos. Para mim, por exemplo, são só uma solução, uma boa solução que se justifica implementar e avaliar.

 

Mas pode responder-se a Louçã na mesma moeda distorcendo as palavras dele: é caricato pretender que a democracia portuguesa acaba com a implementação de primárias abertas a independentes. Mas adiante.

 

O que mais inquieta na posição de Louçã é que é difícil imaginar que não conheça as experiências de outros países onde, em abstracto, os mesmo problemas se colocariam e, surpreendentemente, não ocorreram. Como não ocorreram quaisquer outros numa magnitude que ofuscasse o ganho de representatividade, dinamismo e projecção que as  primárias conferem.

 

 

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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