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É que oferecer aos "mercados" bem como à generalidade dos observadores um número com o qual especular não é propriamente a melhor forma de Portugal abordar politicamente o programa que se seguirá ao programa de assistência financeira, chame-se ele cautelar ou resgate.

 

Creio que os mais entendidos dirão que na prática Machete oferece aos mercados uma meta a testar, um desafio.

 

Via TSF:

 

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros afirmou hoje, na Índia, que um segundo resgate «é evitável» desde que as taxas de juro a 10 anos igualem ou fiquem abaixo dos 4,5%.

Questionado sobre um segundo resgate, o ministro não afastou esse cenário que disse ser «muito mau» para a economia nacional, em declarações à Lusa à margem de um encontro com a comunidade portuguesa em Nova Deli, a quem transmitiu «uma palavra de esperança».

«Os portugueses têm de perceber que se não nos libertarmos e se não pudermos viver utilizando o que o mercado nos oferece, porque as taxas de juro são demasiado altas, seremos forçados a ir para situações de segundo resgate, que seria muito mau para a economia portuguesa», sustentou.

 

Machete transmitiu a convicção de que «os portugueses e os partidos políticos» vão encarar «firmemente a possibilidade de evitar essa situação, que neste momento é evitável».

 

A hipótese de um novo programa de apoio financeiro a Portugal dependerá, sustentou, de as obrigações da dívida pública a 10 anos se situarem numa taxa de 4,5% ou menos, valor que permite ao país «financiar as necessidades do défice em termos que não comprometem o futuro», referiu.

«Se [a taxa] estivesse acima [dos 4,5%], não é possível. Não sendo possível, teríamos de encontrar vias alternativas, que normalmente se designam como um novo resgate», acrescentou o ministro.(...)

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