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31
Out

Da seriedade do debate

por Nuno Oliveira

Como o David bem assinalou e o Cláudio já aqui tinha referido, este método de indicação de fontes praticamente desqualifica o documento, colocando-o ao nível de um amador trabalho de escola.

 

 

 

Não se julgue que a indicação de referências bibliográficas é uma questão menor ou um exclusivo da produção científica. Em Portugal já começa a haver exemplos na comunicação social. Recordo o Le Monde Diplomatique e o André Freire nos seus artigos para o Público.

 

A introdução de referências bibliográficas não é nem tem de ser um gesto pedante ou exibicionista. Pelo contrário, qualifica e estimula o leitor. Permite ao leitor uma abordagem mais aprofundada do tema se o pretender e permite essencialmente um escrutínio do que é escrito. Quem não tem receio do debate, quem vê nele uma forma séria de trabalhar ideias fornece aos interlocutores os elementos primários que permitiram esgrimir argumentos, formar opinião e tirar conclusões.

 

Não estou certo que o Governo e Paulo Portas pretendam diminuir o debate público sobre a reforma do Estado. Podem ser terrivelmente amadores, terrivelmente incompetentes.

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3 comentários

De J. a 01.11.2013 às 21:56


Não seu se já repararam:
Nas propiedades do doc em pdf, aparece como auor "vania.silva", a famosa subseretária que acompanha Portas, ou foi do seu computadpr que saíu o paquim.

Saludos.

De Nuno Oliveira a 02.11.2013 às 10:04

Não tinha reparado, não. Obrigado. :)

De David Crisóstomo a 02.11.2013 às 17:28

nem eu, muito bem notado

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