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365 forte

Sem antídoto conhecido.

Sem antídoto conhecido.

03
Out13

E rezam as lendas que para serem mais honestos do que ele têm que nascer duas vezes (V)

David Crisóstomo

 

9 de Março de 2011:

 

"Vários outros indicadores podiam ser apresentados para confirmar que Portugal se encontra numa situação particularmente difícil. Neste contexto, surpreende que possa ter passado despercebido nos meios políticos e económicos o alerta lançado pelo Governador do Banco de Portugal, em Janeiro passado, de que, e cito, “são insustentáveis tanto a trajectória da dívida pública como as trajectórias da dívida externa e da Posição de Investimento Internacional do nosso País”."

 

8 de Março de 2012:


"Em 10 de janeiro de 2011, quando decorria em pleno a campanha eleitoral, também o Governador do Banco de Portugal alertou para a situação que vivíamos, dizendo serem “insustentáveis tanto a trajetória da dívida pública como as trajetórias da dívida externa e da posição de investimento internacional do nosso País”. Levei muito a sério estas declarações"

 

1 de Janeiro de 2013:

 

"É essencial que todos compreendam que as dificuldades que Portugal atravessa derivam de um nível insustentável da dívida do Estado e da dívida do país para com o estrangeiro"

 

8 de Março de 2013:


"A trajetória insustentável da dívida pública (que, na primeira década do século XXI, subiu de 50 para 93,5 por cento do PIB), a que acrescia a dívida do setor empresarial do Estado, suscitava dúvidas crescentes aos mercados quanto à capacidade futura do País para cumprir as suas responsabilidades de pagamento de juros e de reembolso."

 

 

"Surpreende-me que em Portugal existam analistas e até políticos que digam que a dívida pública portuguesa não é sustentável. É uma surpresa porquê? Se os nossos credores dizem que é sustentável... Comissão diz que é sustentável, Banco Central Europeu diz que é sustentável, FMI diz que é sustentável e somos nós que somos os devedores que dizemos que não é sustentável. Desculpe, só há uma palavra para definir esta atitude: masoquismo." 

 

«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.»
- Ortega y Gasset

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