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Banif: está tudo preparado para uma intervenção no banco

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6 comentários

De Abraham Studebaker a 14.12.2015 às 20:08


Lembram-se de 1975? Quando a maldita esquerda nacionalizou os Bancos,depois dos esforçados banqueiros se terem assustado quando viram colegas enforcados nos candieiros,durante a sangrenta orgia revolucionária? Pois bem,por bruxedo,já que milagre não foi,pois Deus sabe reconhecer os seus, por bruxedo, nenhum Banco faliu ou deu problemas de monta, durante os vinte e tal anos que persistiu a ocupação odiosa! Voltaram os cérebros, os entendidos,os donos e excelentíssimas fam
ílias (e amantes), entregou-se o seu a seu dono,e o que vemos? Deus põe à prova os filhos que mais ama, basta ver as contrariedades operadas por quem escreve direito por linhas tortas: falências,vendas, aquisições,divisões em Banco Bom e Banco Mau,lembrando os bíblicos Caím e Abel,que resolveram os seus diferendos sem queimar o dinheiro dos depositantes,boa gente,este Caim e este Abel... Mas a saga continua,há mais na calha, e que ninguém olhe para trás,como a mulher de Lott,transformando-se numa estátua de sal ao vêr o valor das acções do BANIF! Os mais medrosos já me segredaram se não seria melhor voltar ao modo antigo,às nacinalizações; uma manobra claríssima do demónio que,sob uma capa deslumbrante,não consegue ocultar o asqueroso pé de cabra! Maldito seja!!!

De comuna a 17.12.2015 às 21:19

Mais um ignorante. O banif foi fundado na década de 80. para tanta ignorância não há deus que lhe valha.

De Abraham Studebaker a 18.12.2015 às 08:47


Para mim não há Deus que me valha,felizmente, Para ti ,basta-te o beato Salazar, legionário!

De comuna a 18.12.2015 às 10:16

mesmo com o insulto, não deixas de ser ignorante.

De Jaime Santos a 14.12.2015 às 23:18

Há três soluções. Resolução, que até 31 de Dezembro não implica bail-in dos depositantes acima dos 100 mil euros (só dos detentores de obrigações subordinadas), nacionalização (o Banco já é 60% público e aí o Estado fica com a batata quente toda nas mãos e vai provavelmente converter parte do empréstimo que fez no resto do capital) ou liquidação (os depósitos estão assegurados até 100 mil Euros, acima disso toda a gente, incluindo o Estado, perde tudo). Não gostaria de estar na pele de Mário Centeno, mas não vou dizer que uma solução é melhor do que a outra. Não sei se há ou não um efeito sistémico no sistema bancário. Já aqui disse que a proteção dos contribuintes pode não ser o aspeto mais importante, sobretudo se o Estado tiver assumido compromissos. As perdas por litigância devido à resolução do BES podem revelar-se incalculáveis e clientes como a Goldmann Sachs querem ressarcir-se nos tribunais de Londres e não há nada que possamos fazer quanto a isso. Não confundam moralidade com defesa dos interesses do Estado.

De Abraham Chevre aí Lait a 18.12.2015 às 16:45

Legionário para ti já é insulto? Estás cá Um esquerdista!

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