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Excelente o trabalho do Dinheiro Vivo, recorrendo ao Observatório da Emigração:

 

 

110 mil emigrantes só em 2013, o que dá nada mais, nada menos que 260 portugueses a saírem, por dia, do país desde 2011.

Aí a representação dos media parece bater certo com a realidade. O que não parece bater certo é o fenómeno da fuga de cérebros, já que emigrantes com a qualificação de ensino superior constituem apenas 10% do total da emigração. É evidente que 11 mil pessoas com ensino superior faz mossa, mas nem de perto nem de longe confirma o cenário descrito da frase "fuga de cérebros".

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29
Jul

A crise acabou

por mariana pessoa

 

E até o Blasfémias II o reconhece.

 

(Imagem do brilhante colectivo MaisMenos)

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26
Jul

Responsabilização parlamentar (II)

por David Crisóstomo

O Voto n.º 210/XII/3.ª, apresentado pelo Bloco de Esquerda, foi ontem a votação no plenário da Assembleia da República. 

 

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) encontra num dos seus princípios fundadores 'o primado da paz, da democracia, do estado de direito, dos direitos humanos e da justiça social'. Estes valores têm uma exigência inerente a todos os estados membros da CPLP, bem como a todos os estados que pretendam aderir a esta comunidade.

A Guiné Equatorial não é um país que respeite nenhum destes princípios fundadores e a sua admissão na Comunidade de Países de Língua Portuguesa revela uma cedência intolerável. Trocaram-se os valores da defesa dos direitos humanos pelo petróleo e gás natural.

A Guiné Equatorial é governada por um ditador há 35 anos. Teodoro Obiang ascendeu ao poder depois de um golpe de Estado sangrento em 1979. O país é um dos mais corruptos do mundo segundo a Transparency International, figurando na posição 163 entre 177 países analisados.

É um país onde é permitido a Obiang governar por decreto, concentrando nele grande parte do poder de Estado, e onde a pena de morte, ainda que tenha sido suspensa, ainda faz parte do quadro legal.

Não existe liberdade de expressão, nem liberdade de imprensa, como é referenciado por diversas organizações não-governamentais, por exemplo a organização Repórteres sem Fronteiras. Este é, apesar de tudo isto, a partir de dia 23 de julho, um membro de pleno direito da CPLP, contando com a aprovação de Portugal.

É uma aprovação que envergonha Portugal. E nem o facto da Guiné Equatorial ter feito do português a sua terceira língua oficial desvia as atenções do óbvio: na Guiné Equatorial não existe um primado de primado de paz, de democracia, de Estado de direito, de respeito pelos direitos humanos e de justiça social.

Existe, isso sim, petróleo e gás natural, mas não se pode tolerar que isso baste para legitimar um regime opressor de todo um povo.

 

O texto foi lido e submetido a votos. Foi aprovado pela totalidade da bancada do Bloco de Esquerda e rejeitado pelas bancadas do PSD e do CDS-PP. No PS, existiu uma divisão entre os deputados, com apenas metade dos parlamentares socialistas a seguirem o sentido de voto decretado pela direcção da bancada parlamentar.

Na bancada do PS votaram contra o voto de condenação da entrada da Guiné-Equatorial na CPLP os deputados:

Fernando Serrasqueiro
Acácio Pinto
Alberto Martins
António Cardoso
Bravo Nico
Celeste Correia
Elza Pais
Fernando Jesus
Jacinto Serrão
João Paulo Pedrosa
Jorge Fão
Jorge Manuel Gonçalves
Jorge Rodrigues Pereira
José Lello
José Magalhães
Luís Pita Ameixa
Miguel Coelho
Miguel Freitas
Miguel Laranjeiro
Miranda Calha
Mota Andrade
Nuno Sá
Paulo Campos
Maria de Belém Roseira
Marcos Perestrello
Pedro Farmhouse
Ramos Preto
Renato Sampaio
Rui Paulo Figueiredo
Rui Pedro Duarte
Sónia Fertuzinhos
Vitalino Canas
Paulo Pisco
Ivo Oliveira

 

Votaram a favor os deputados socialistas:

Ferro Rodrigues
Jorge Lacão
Alberto Costa
Filipe Neto Brandão
Ana Paula Vitorino
André Figueiredo
Euridice Pereira
João Soares
Rosa Albernaz
Maria Antónia Almeida Santos
Eduardo Cabrita
Gabriela Canavilhas
Idália Serrão
Agostinho Santa
Catarina Marcelino
Isabel Oneto
Luísa Salgueiro
Glória Araújo
João Paulo Correia
Carlos Enes
Sandra Pontedeira
Mário Ruivo
Isabel Santos
Inês de Medeiros
Sérgio Sousa Pinto
João Galamba
Isabel Moreira
Pedro Delgado Alves
Pedro Nuno Santos

 

Os deputados do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista "Os Verdes" optaram pela abstenção na condenação da entrada do regime totalitário na Comunidade de Países de Língua Portuguesa. A estes juntaram-se ainda os deputados do PS Vieira da Silva, Pedro Marques, Laurentino Dias e Odete João.

 

Na bancada socialista estiveram ausentes 7 deputados, entre os quais António José Seguro.

 

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26
Jul

De Angola, sempre com amor

por Pedro Figueiredo
Os editoriais do Jornal de Angola estão a ganhar a repercussão desejada pelos autores na imprensa portuguesa. A mim, revelam-me, antes de tudo, um qualquer tipo de ressabiamento inexplicável, embora as críticas e opiniões sejam todas legítimas, independentemente do tom que possam usar. São apenas e só isso mesmo: opiniões. Que no caso do Jornal de Angola parecem-me servir de caixa de ressonância da voz do dono, já que me custa a crer que haja liberdade de imprensa naquele país. Que já visitei e cujas pessoas adorei conhecer. Gostam genuinamente de Portugal e dos portugueses.


O último episódio surgiu por causa da entrada da Guiné Equatorial na CPLP e da posição incómoda em que Portugal ficou, perceptível pelo silêncio revelador dos representantes portugueses na última cimeira, em Díli.


As raízes linguísticas a que o editorial se refere, pelos vistos, estão demasiado fundas e não chegam à população. É que umas das obrigações da Guiné Equatorial (para além da abolição da pena de morte), é a promoção do português como língua mais falada, já que é o castelhano que predomina no país. Quanto à questão da pena de morte, argumento que na linha de raciocínio do mesmo editorial, é um tema "muito débil", apresentando o exemplo dos Estados Unidos.


Classificar uma questão como a pena de morte como "muito débil" é, por si só, revelador do pensamento de quem a profere. E se, como acusa o editorial, Portugal não tem nada que andar a dar lições de democracia a ninguém quando tem crianças a morrer de fome, o autor da texto deve achar que a realidade angolana resume-se à baía do Mussulo e que melhor que isso, só os lagos nos Alpes suíços.


Já não é a primeira vez que o editorial usa a expressão "elites portuguesas ignorantes e corruptas", o que constituiu, igualmente, outra extraordinária ironia semântica. A mesma expressão surgiu em outras ocasiões, mas com o acrescento dos intelectuais. Como se se tratasse de uma entidade abstracta, sem rosto, demoníaca, que ainda hoje subjuga as antigas colónias. A mesma elite que celebra e homenageia as obras de Pepetela ou ainda a que permite a pessoas como Rafael Marques publicar livremente o que quer e o que investiga.


Portugal pode, e provavelmente nem quer, dar lições de democracia a ninguém. Mas Angola, nesse aspecto, tem ainda um longo caminho a percorrer, tão grande como as diferenças sociais existentes. Isto deverá refrescar a memória do autor do editorial.


Talvez esteja na hora do ministro dos Negócios Estrangeiros português pedir novamente desculpa. Por qualquer coisinha.

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25
Jul

Peticionemos

por David Crisóstomo

 

Excelência,
Desde o início da ofensiva militar em Gaza, Operação “Protective Edge,” já foram mortos mais de 550 palestinianos, a grande maioria civis desarmados. Mais de 1 milhão e 200 mil pessoas estão sem acesso a água potável e serviços de saneamento, o que poderá elevar o número de mortos. Milhares estão deslocados das suas casas que foram destruídas.

Do lado israelita morreram 13 soldados na noite de 19 para 20 de julho, altura em que Shuja’iyyeh estava sob ataque e o Hamas continua a disparar misseis de forma indiscriminada contra a população israelita.

A Amnistia Internacional pede ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que imponha imediatamente um embargo de armas ao governo israelita, ao Hamas e a outros grupos armados palestinianos. O embargo deve também incluir um compromisso para assegurar que as violações de direitos humanos sejam investigadas minuciosa e imparcialmente.

A Amnistia Internacional apela também aos Estados que suspendam unilateralmente todas as transferências de armas, munições e equipamento militar ao governo israelita, ao Hamas e a outros grupos armados palestinianos até que não se verifique o risco substancial que estes possam ser usados para cometer ou facilitar violações de direitos humanos.

A Amnistia Internacional urge às Nações Unidas que estabeleça, sem demora, investigações independentes e imparciais às violações de leis internacionais, incluindo os ataques a civis e objetos civis em Gaza por parte de soldados israelitas, assim como os ataques levados a cabo pelo Hamas e outros grupos armados palestinianos contra a população israelita.

A Amnistia Internacional pede também que o governo português faça uso das suas relações bilaterais com o governo norte-americano e que peça que seja investigado o uso abusivo de armas fabricadas e exportadas pelos EUA contra alvos civis em Gaza. Enquanto maior fornecedor de armas a Israel, os EUA têm a obrigação de cessar qualquer tipo de transferência de armas que contribua para as graves violações de direitos humanos que se têm verificado.

A Amnistia Internacional apela ao governo português que, enquanto membro da União Europeia, encete todos os esforços possíveis para que a União Europeia imponha imediatamente um embargo de armas a Israel, Hamas e outros grupos armados palestinianos.

 

Contra os fanatismos: assinar.

 

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O ex-Presidente do BES foi hoje detido em casa, e presente ao Tribunal de Instrução Criminal.

Confirma-se a queda de Ricardo Salgado. A Justiça já não o considera Intocável.

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Manchete do Washington Post: "Children of same-sex couples are happier and healthier than peers, research shows"

 

Título do artigo científico que serviu de base ao artigo no Washington Post: "Parent-reported measures of child health and wellbeing in same-sex parent families: a cross-sectional survey".

 

Veja-se a diferença de tom (shame on you, Washington Post).

 

Conclusão do artigo em causa: "Australian children with same-sex attracted parents score higher than population samples on a number of parent-reported measures of child health. Perceived stigma is negatively associated with mental health. Through improved awareness of stigma these findings play an important role in health policy, improving child health outcomes."

 

Ainda assim, era fácil ser desonesto e dizer que não só os filhos de casais do mesmo sexo não são prejudicados na sua educação por não serem educados por uma mãe e por um pai, como aparentemente têm vantagens.

 

Há que ter honestidade e perceber que, mesmo chegando à conclusão que as crianças com pais do mesmo sexo desta amostra apresentam valores mais elevados de comportamento geral, saúde e coesão familiar, há que ter em consideração que as mesmas são, neste estudo em particular, caracterizadas por um elevado nível de educação e de rendimento económico. Ora este pequeno senão pode levar a implicações interpretativas: o rendimento económico interfere, naturalmente, na saúde e igualmente no comportamento e na coesão familiar. Afinal o que está a criar o impacto?

 

No entanto, aposto singelo contra dobrado que, se um estudo destes desse umas parangonas jeitosas à team Isilda, o salssifré a que já não teríamos assistido...

 

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21
Jul

Verdades inconvenientes

por mariana pessoa

Ensino superior português em 8.º lugar a nível mundial

A publicação do U21 Rankings of National Higher Education Systems 2014 qualifica Portugal como tendo o 24.º melhor sistema de ensino superior do mundo em termos absolutos e 8.º melhor quando considerado o grau de desenvolvimento económico de cada país.

 

Resta saber o que terá acontecido ao Ensino Superior, quando Crato e o seu estilo de "destruição criativa" (nas palavras de Sobrinho Simões) deixarem o seu gabinete no Ministério. O napalm polvilhado, em iguais proporções de ignorância, preconceito ideólogico e arrivismo, já deixaram um lastro destrutivo que, infelizmente, demorará mais do que uma década a recuperar.

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21
Jul

Você escolhe em quem vota

por David Crisóstomo

 

07/06 - "Leio, indignado, as sondagens do Expresso e do jornal i que dão uma queda brutal ao PS. Este é o resultado da irresponsabilidade do António Costa. Os danos provocados ao PS devido à sua ambição pessoal! Um PS em queda, depois de termos ganho as eleições europeias e do Governo ter chumbado pela terceira vez no Tribunal Constitucional. Lamentável. O PS não merece isto!"

 

28/06 - "Uma coisa é viver no interior outra é olhar para ele a partir das alcatifas vermelhas de Lisboa."

 

06/07 - "Eu sempre assumi o passado do PS, mas não trouxe o passado de volta."

 

07/07 - "(...) precisamos de um Primeiro-Ministro que conheça o país real e não apenas através dos dossiers que chegam aos gabinetes."

 

07/07 - "Há que separar a política dos negócios. E isto não vale só para os outros partidos. Tem também de se aplicar ao PS. A política não pode ser uma porta giratória para o mundo dos negócios."

 

17/07 - "Não estamos aqui por minha responsabilidade. Mas a nossa responsabilidade é encontrar soluções para os problemas que os outros criam, seja no interior do Partido Socialista, seja pelo Governo. Estamos aqui, à altura dos acontecimentos."

 

19/07 - "Não estamos aqui por minha causa. Estamos aqui por Portugal. Precisamos de vós para combater aquilo que certas cortes de Lisboa acham melhor para o País."

 

19/07 - "Esta campanha tem a ver connosco e com o nosso projecto: derrotar a velha política e afirmar a nova política que defendemos."

 

19/07 - "Algo me diz que esta crise interna não é por termos ganho as eleições europeias, mas sim porque poderemos ganhar as legislativas e o poder tornou-se apetecível."

 

20/07 - "Nós não devíamos estar aqui. Nós devíamos estar concentrados a fazer apenas duas coisas: oposição a este governo e prepararmo-nos para governar o país. O PS não merecia isto."

 

ou

 

20/07 - "Eu não direi nada sobre o actual secretário-geral do PS que o diminua se ele no futuro vier a ganhar. Como tenho a esperança que ele tenha sentido de partido para perceber que não deve prosseguir a campanha de ataque pessoal que tem vindo a fazer. Estou aqui para afirmar uma alternativa ao Governo do PSD e CDS. E afirmar qual é a alternativa política que acho mais relevante, que melhor serve os interesses do país e melhor serve o futuro dos portugueses. Quanto à diferenciação entre os dois, confio suficientemente nos eleitores militantes do PS e simpatizantes do PS para destrinçarem as propostas, as pessoas, as opções."

 

 

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19
Jul

Sophia, oh Sophia

por Sérgio Lavos

Como foi bonita a recente homenagem a um dos nossos maiores poetas, Sophia. Sophia, um nome só, entoado com a mesma sonora empáfia com que se diz Homero pela presidente da Assembleia da República. Como foi bonito, o corpo morto transportado em direcção ao teu segundo repouso eterno, um corpo guardado por cavalos, pompa e circunstância, cavaleiros de pluma na cabeça, elmos brandindo dourado ao sol. Como foi bonito, os discursos, eivados de poesia, metáforas e grandiloquência escorrendo das frases como mel sobre o doce âmbar da literatura. Como foi bonita, a presença no cortejo das figuras fátuas do regime, do primeiro-mininstro à reformada Assunção, todos muito compostos e sérios (é gente muito séria, esta, sabemos). O país, este país com novecentos anos de História e nove séculos de poesia, levou ao prometido Panteão a nossa maior poetisa, Sophia, apenas um nome, um apenas, a "justa homenagem" a uma figura que transcenderá gerações.

Como também é bonito o facto da poesia de Sophia não estar nos currículos escolares, a poesia tão emotivamente homenageada nos discursos e nas televisões. A poesia de Sophia, pompa e vazio, flor na lapela do casaco dos políticos que a decidiram retirar dos currículos escolares. Como Sophia, oh Sophia, iria gostar da honra, e da glória, em desfavor do desaparecimento, do desconhecimento da geração que se seguirá. A reformada Assunção e o Grande Líder Coelho serão certamente as pessoas certas para levar Sophia (oh Sophia) ao merecido panteão, o sepulcro onde apodrecem os poetas.

Como será bonito também vermos o ministro, Crato de seu nome, responsável por Sophia ter desaparecido dos currículos do Secundário, a homenagear Sophia, e a acabar agora com os dois únicos centros de investigação de Estudos Clássicos do país. Os dois únicos, o de Coimbra tendo como associados a maior helenista do país, Maria Helena da Rocha Pereira, e Frederico Lourenço, seu herdeiro e tradutor da Ilíada e da Odisseia. Sophia (oh, o teu nome é mar) adoraria saber que a sua amada Grécia, o seu amado Homero, são agora considerados obsoletos, redundantes, e indignos de receberem fundos do Estado português. A Antiguidade Clássica certamente não é rentável, já sabemos. Não interessa às empresas, como Coelho e Crato já disseram que deveria ser a investigação financiada pelo Estado. Que pode uma fábrica de enchidos fazer com uma Ode de Píndaro? Que uso uma empreendedora fabricante de um aplicador de Nutella poderá dar a uma tradução de Aristóteles? Nenhum, claro. No novo país que Coelho pacientemente está a construir, não há lugar para o passado, apenas para um radioso futuro.

Sophia, oh Sophia, tu, que do Panteão onde foste posta olhas o país que carregou o teu corpo morto até ao túmulo onde se celebra o vazio, que acharás do apagamento dos teus poemas, que acharás do esquecimento da tua amada Grécia? Sophia, na boca desta escória que agora domina Portugal, o teu nome apaga-se. O pior que te poderiam fazer, fizeram-no. E tudo continua.

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«As circunstâncias são o dilema sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.» Ortega y Gasset